terça-feira, 8 de dezembro de 2015
MARCIA ROZENTHAL*- Israel e a diferença entre terror e suspense Por Instituto Liberal

Procurei na internet essa citação e em um livro, onde o próprio Hitchcock é entrevistado e fala de seus filmes e ideias. Ele chega a definir suspense, mas não daquela forma. Assim, não sei para quem vai o crédito desta introdução, mas deixo claro que não é meu. Apenas uso o que achei ser uma perfeita definição, e uma forma interessante para iniciar este texto.
É claro que a vida está mais para um filme de terror do que de suspense, considerando o número de variáveis imponderáveis que nos cercam. Mesmo assim, a vivemos como um grande suspense, como se já soubéssemos, ou pudéssemos controlar o filme que protagonizamos “em tempo real”. Neste, não há possibilidade de fazer cortes, refilmagem e tampouco usar dublês nas cenas “difíceis” ou “perigosas”.
Apegamo-nos às ditas ciências “duras”, ao determinismo laplaciano aprendido por osmose, que virou quase um “senso-comum” emocional. Nos poucos momentos em que nos permitimos refletir um pouco, ou quando um evento inesperado e por vezes dramático ocorre, é que a realidade se apresenta tal como ela é, implacável. Enfim, não há ninguém que consiga controlar tantas variáveis para tirar do fluxo da vida as possibilidades de turbilhonamentos ou desvios de rumo.
Por que falo disso agora?
Porque virou quase um mantra ouvir : “agora, ninguém sabe mais o que vai acontecer amanhã; daqui a pouco tudo pode mudar”.
Refiro-me diretamente à prisão do Senador Delcídio do Amaral, e à sua língua solta, que pode se rebelar a qualquer momento, e ainda instigar outras línguas a igualmente se libertarem de seus freios, e assim mudar toda uma situação. Refiro-me ao pedido de impeachment da “presidenta” (neologismo tão abjeto, que rezo para nunca mais ter que ouvi-lo). Refiro-me aos ataques “inadjetiváveis”, perpetrados no último mês em Paris, Damasco, Mali, na cidadezinha de San Bernardino na Califórnia, e em Israel.
Ah, dirão alguns, e provavelmente pensarão todos: “em Israel acontece sempre”, “você sabe, aquilo lá é complicado”.
Decidi que a cada vez que acontecer algo em Israel, como a imprensa esquerdista e conivente não se indigna, eu o farei.
Entendo que não é mais possível permitir que esses acontecimentos se transformem no único evento que pode ser categorizado como suspense, enquanto todos os outros ficam na categoria de terror!
Israel é um país com ínfima população, pouco tempo de existência, mas que conquistou 10 prêmios Nobel e tem portentosa produção nas áreas de tecnologia, ecologia, arte, ciências. Isso não é pouco, e isso mostra que o país não veio para tomar, e sim para dar à humanidade.
Esse é um artigo curtinho, não pretendo me alongar. Mas, convido aqueles que entendem ou que compartilham dessa minha indignação para que tomem uma atitude. Israel luta incansavelmente, não só para salvar a si mesmo. Luta pela Europa, pelos Estados Unidos, por nós, que prezamos a liberdade, a democracia, a ética e a moralidade.
Delcídio, Dilma, Lula, Maduro, Chaves, Cristina são apenas personagens de um mesmo circo de horrores, imagens refletidas dos mesmos terroristas que tentamos combater. Por muito azar, se materializaram e tomaram poder no nosso continente.
Quem luta contra eles não pode se furtar a entender a importância daquele país pequeno, uma joia encravada que brilha na lama e no obscurantismo que é o oriente médio.
*Marcia Rozenthal é neuropsiquiatria e professora da faculdade de Medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
Truculência de deputados do PT e do PCdoB poderá custar-lhes os mandatos
A desesperada truculência de deputados do PT e do PCdoB poderá custar-lhes os mandatos, caso sejam levados à Comissão de Ética.
Convencidos de que perderão a votação para a composição da Comissão Especial do Impeachment, eles quebraram urnas, danificaram cabinas de votação, impediram a passagem de colegas deputados e acabaram sendo contidos pela Polícia Legislativa.
É o começo do fim da era comunista.
PB
Convencidos de que perderão a votação para a composição da Comissão Especial do Impeachment, eles quebraram urnas, danificaram cabinas de votação, impediram a passagem de colegas deputados e acabaram sendo contidos pela Polícia Legislativa.
É o começo do fim da era comunista.
PB
Oposição impõe derrota acachapante na eleição para a Comissão Especial do Impeachment. O destino de Dilma, Lula e o PT está selado.
Venceu a chapa da oposição, chapa 2, com 272 votos que elegeram 39 deputados. Os governistas sofreram derrota acachapante, porque perderam com apenas 199 votos.
O destino de Dilma Roussef, de Lula e do PT está selado.
Amanhã sairá a disputa pelos 26 deputados que faltam para completar o quorum de 65 deputados.
As bancadas chapas brancas calaram-se depois da derrota, ao contrário da oposição, que comemorou efusivamente sua vitória.
Gritos de "Fora Dilma" e "O Japa tá chegando", ecoaram pelo plenário.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, artífice final da vitória de hoje das forças pró-impeachment, pareceu visivelmente satisfeito com o resultado, exibindo o tempo todo um contido sorriso de vingança.
Dilma treme no Planalto.
Políbio Braga
O destino de Dilma Roussef, de Lula e do PT está selado.
Amanhã sairá a disputa pelos 26 deputados que faltam para completar o quorum de 65 deputados.
As bancadas chapas brancas calaram-se depois da derrota, ao contrário da oposição, que comemorou efusivamente sua vitória.
Gritos de "Fora Dilma" e "O Japa tá chegando", ecoaram pelo plenário.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, artífice final da vitória de hoje das forças pró-impeachment, pareceu visivelmente satisfeito com o resultado, exibindo o tempo todo um contido sorriso de vingança.
Dilma treme no Planalto.
Políbio Braga
RBS continua a demitir funcionários e coloca centenas em férias
A ação de demitir funcionários com frequência, ora em quantidades maiores ora em pequeno número, continua no Grupo RBS nos dois Estados do Sul. Há um mês foi praticamente extinto o Call Center que funcionava na Rua da Praia, em Porto Alegre, com a saída de 240 colaboradores.
Com frequência semanal saem funcionários de todas as áreas. Nesta segunda-feira, a RBS TV Santa Catarina dispensou a editora e apresentadora do tempo, Janine Sommariva, com mais de 20 anos de casa.
Outra ação para diminuir custos, provavelmente para alocar o maior número de despesas no orçamento deste ano, tentando melhorar o próximo, entrarão em férias coletivas no dia 21 de dezembro o maior número de funcionários possível, de áreas não envolvidas diretamente com produto (comercial, opec, administrativo, executivos etc).
• As informações acima são do Portal Making Of (SC).
PB
Governistas protestam, mas Cunha inicia votação secreta para escolher a Comissão Especial do Impeachment
No Facebook do editor, imagens da confusão. Os canais 165 e 40, Sky, apresentam tudo ao vivo. Neste momento, 17h40min, os governistas promovem grande tumulto, inclusive quebrando computadores de votação da cabine número 12. Os governistas também demoram propositadamente para votar. O presidente da Câmara cortou os microfones e até o áudio da TV Câmara.
Apesar dos protestos dos governistas, que exigiam votação aberta, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, garantiu votação secreta para a escolha dos membros da Comissão Especial do Impeachment.
A votação começou.
A votação aberta permitiria o voto de cabresto, portanto de eleitores (deputados) que teriam receio de votar contra o governo e perder parentes, amigos e correligionários nomeados, além de liberações de verbas e franco acesso aos ministérios.
Com voto fechado, poderão trair livremente o governo, que é o que mais quer fazer a maioria.
Políbio Braga
Apesar dos protestos dos governistas, que exigiam votação aberta, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, garantiu votação secreta para a escolha dos membros da Comissão Especial do Impeachment.
A votação começou.
A votação aberta permitiria o voto de cabresto, portanto de eleitores (deputados) que teriam receio de votar contra o governo e perder parentes, amigos e correligionários nomeados, além de liberações de verbas e franco acesso aos ministérios.
Com voto fechado, poderão trair livremente o governo, que é o que mais quer fazer a maioria.
Políbio Braga
Casos de microcefalia sobem para 1.761 no Brasil
A prioridade da esquerda sempre foi a saúde...Saúde financeira de alguns.
Oposição protocola chapa paralela para comissão do impeachment
Partidos de oposição e deputados que se classificam como independentes protocolaram às 13h50 desta terça-feira uma nova chapa para concorrer à formação da comissão que vai analisar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O documento reúne 39 nomes, de 13 partidos, para a composição do colegiado. Como a comissão tem de ter 65 nomes, os demais ainda precisarão ser eleitos. Para que fosse formalizada, eram necessários no mínimo 33 nomes.
Depois de uma manobra dos oposicionistas, que se rebelaram contra a possibilidade de serem escolhidos, dentro do PMDB, apenas integrantes alinhados ao Palácio do Planalto, a indicação e escolha da chapa com os 65 deputados que vão integrar a comissão especial foram adiadas da noite desta segunda-feira para as 14 horas de hoje. O adiamento ocorreu no mesmo dia em que a presidente Dilma anunciou querer que o Congresso vote o impeachment "o mais rápido possível".
O primeiro racha na composição da comissão especial que analisará o impeachment foi na bancada do PMDB. O líder Leonardo Picciani (RJ), defensor declarado de Dilma, sinalizou que não reservaria vagas para deputados pró-impeachment, deixando de lado peemedebistas que defendem a deposição da petista. Irritados, eles articularam agora a derrubada de Picciani da liderança do partido.
"Essa é uma chapa de oposicionistas, independente. O processo é técnico e jurídico, mas é político também e aí vamos ter muito mais liberdade de apurar os fatos e solidificar a opinião que para mim é média do pensamento do Congresso Nacional. E que o parecer seja levado ao plenário para um decisão final", disse o líder do DEM, Mendonça Filho, ao apresentar a chapa Unindo o Brasil. Aos gritos de impeachment, os oposicionistas entoaram o Hino Nacional ao entregar as assinaturas.
Confira os indicados para compor a chapa paralela:
PSB: Fernando Coelho, Bebeto, Danilo Forte, Tadeu Alencar
PSDB: Carlos Sampaio, Rossoni, Sheridan, Bruno Covas, Nilson Leitão, Paulo Abi-Ackel
PMB: Major Olímpio
PPS: Alex Manente
PSD: Sóstenes Cavalcanti, Evandro Roman, João Rodrigues, Delegado Eder Mauro
DEM: Mendonça Filho, Rodrigo Maia
PMDB: Osmar Terra, Lelo Coimbra, Lúcio Vieira Lima, Mauro Mariani, Flaviano Melo, Carlos Marun, Manoel Junior, Osmar Serraglio
PEN: André Fufuca
PHS: Kaio Maniçoba
PP: Jerônimo Goergen, Odelmo Leão, Jair Bolsonaro, Luiz Carlos Heinze
SD: Paulinho da Força, Fernando Francischini
PTB: Benito Gama, Sergio Moraes, Ronaldo Nogueira
PSC: Eduardo Bolsonaro e Pastor Marco Feliciano
VEJA-Por: Laryssa Borges e Felipe Frazão, de Brasília
SALVE!- Oposição anuncia vitória ainda maior nas eleições da Venezuela
O líder da oposição venezuelana, Henrique Caprilles, anunciou ainda há pouco que ao MUD, a Mesa da Unidade Democrática, conquistou 112 e não 99 das 167 cadeiras do Parlamento.
Com isto, obtém maioria qualificada para mudar até mesmo a Constituição.
Políbio Braga
Com isto, obtém maioria qualificada para mudar até mesmo a Constituição.
Políbio Braga
Dilma cai de um jeito ou de outro
O rompimento entre Michel Temer e Dilma Rousseff acabou deixando em segundo plano uma notícia igualmente importante: Sergio Moro autorizou o compartilhamento de informações da Lava Jato com o TSE.
Se Dilma Rousseff conseguir sobreviver ao impeachment, portanto, ela será cassada por causa dos depoimentos de Ricardo Pessoa e das notas frias da Focal.
O PMDB sabe disso e vai escolher o impeachment.
O Antagonista
Rebeldia letal
O garotão Leonardo Picciani (RJ), líder do PMDB, pode se dar mal por desafiar Eduardo Cunha. Empolgou-se com os tapinhas nas costas de Dilma, engoliu corda e enfrentou seu inventor. Pode virar ex-líder.
CH
CH
PRÓ-IMPEACHMENT GANHA FORÇA NAS REDES SOCIAIS
O governo perdeu de goleada, nas redes sociais, nos primeiros dois dias após o anúncio do impeachment. Post favoráveis à destituição da presidente somaram 515.200 compartilhamentos, contra 112.450 de petistas, incluindo Dilma e Lula. Com 25.500 compartilhamentos, os post de Dilma perderam para o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), com 271.400. Os de Lula (8.700) repercutiram 11 vezes menos que os 96.400 do apresentador Danilo Gentilli, do SBT, pró-impeachment.
Cláudio Humberto
Cláudio Humberto
DILMA GASTOU R$ 18,4 BILHÕES COM DECRETOS ILEGAIS
Um dos crimes graves apontados na denúncia do impeachment contra a presidente Dilma revela que ela autorizou gastos superiores a R$ 18,4 bilhões por meio de decretos ilegais, sem numeração, para dificultar a atuação de órgãos fiscalizadores. Essa prática, segundo a denúncia elaborada por três dos mais admirados juristas brasileiros, constitui crime contra a Lei Orçamentária (art. 10 da lei 1.070, de 1950).
PROVA CONTUNDENTE Os decretos ilegais de Dilma são uma das provas mais contundentes dos crimes que dão substância ao pedido de impeachment em curso.
REINCIDÊNCIA Dilma se utilizou dos decretos ilegais em 2014 e, segundo os auditores do Tribunal de Contas da União, reincidiu no crime em 2015.
É SÓ ARMAÇÃO Os decretos de Dilma criaram “excesso de arrecadação”, artificial, para simular superávit e escapar do rigor da Lei de Responsabilidade Fiscal.
DOLO COMPROVADO Os decretos foram publicados quando a Lei Orçamentária de 2015 já havia sido proposta. Segundo a denúncia, isso prova o dolo de Dilma.
Cláudio Humberto
PROVA CONTUNDENTE Os decretos ilegais de Dilma são uma das provas mais contundentes dos crimes que dão substância ao pedido de impeachment em curso.
REINCIDÊNCIA Dilma se utilizou dos decretos ilegais em 2014 e, segundo os auditores do Tribunal de Contas da União, reincidiu no crime em 2015.
É SÓ ARMAÇÃO Os decretos de Dilma criaram “excesso de arrecadação”, artificial, para simular superávit e escapar do rigor da Lei de Responsabilidade Fiscal.
DOLO COMPROVADO Os decretos foram publicados quando a Lei Orçamentária de 2015 já havia sido proposta. Segundo a denúncia, isso prova o dolo de Dilma.
Cláudio Humberto
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