Roberto
dormia nu enquanto uma barata passeava sobre seu corpo. Ainda sonolento sentiu
o toque de bicho nojento na sua pele e instintivamente mandou um tapa daqueles
do vivente trocar de orelhas. Errou do bicho e acertou em cheio o próprio saco.
Caiu da cama gritando de tanta dor. A barata estava rindo quando o corpo dele
tombou sobre ela. Ploc! Ponto para o peludo com dor nos ovos.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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