Ernesto
chegou à porta, era madrugada, observou em volta e só então apertou a
campainha. Ninguém apareceu. Olhou pela janela e não viu nenhum movimento.
Bateu palmas, nada. Bateu na madeira, nada. Chamo e nada. Cansado de esperar
encostou o litro de uísque na parede, ergueu o vaso e por sorte lá estava a
chave reserva. Entrou. Ficou aliviado ao ver que finalmente estava em casa
apesar do grande pileque. Nem percebeu quando o vizinho saiu pé por pé e nu
pela porta dos fundos.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Olavo sempre descontente, nojento, bufando infeliz pelos cantos, bebendo e jogando. Com trinta e cinco anos ainda não havia se encontrado;...
-
Todos sabem quais são os nossos planos. Quem estiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho na Venezuela, na Argen...
-
Casinha de sapê nos confins. -Toc! Toc! -Quem bate? -Boulos! -Pega Sultão!Pega que é rato de esgoto!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.