Rinaldo não
tinha medo de uma arma apontada para si. Mas caso lhe apresentassem um
chuveiro, sabonete e toalha de banho ele caía em prantos. Lavava-se com
paninhos molhados, isso quando a catinga já estava afetando os vizinhos. Sofria
o pobre de ablutofobia, doença que o isolava das pessoas. Porém mesmo com toda
carniça uma boa alma descobriu serventia para Rinaldo. Foi contratado por
Adamastor como segurança na sua boate. Deu certo, nem arma usava. Quando
acontecia uma confusão bastava Rinaldo erguer os braços que todos caiam ao chão
ou fugiam porta afora. Um gambá perto dele era café pequeno. Mas perdeu o
emprego quando se tratou e passou a andar limpo.
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Olavo sempre descontente, nojento, bufando infeliz pelos cantos, bebendo e jogando. Com trinta e cinco anos ainda não havia se encontrado;...
-
Todos sabem quais são os nossos planos. Quem estiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho na Venezuela, na Argen...
-
Casinha de sapê nos confins. -Toc! Toc! -Quem bate? -Boulos! -Pega Sultão!Pega que é rato de esgoto!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.