Naquele dia
Arnaldo estava um traste. O céu era marrom, a saliva tinha fel. Queria um
abismo só para chamar de seu. Chegou em casa e foi direto para o canil. Mandou
o Duque para dentro da residência e se deitou na casinha do cão.
Espreguiçou-se, lambeu os beiços e passou a roer um osso. Antes da meia-noite
já estava latindo para os passantes.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
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