O domingo era
de sol. Poucas pessoas estavam na praça naquela hora. Enquanto o pipoqueiro
gritava, o guarda municipal dormia num banco sombreado. Um pombo manso catava
milho pela calçada. Crianças brincavam na areia com seus baldes e pás. Era um
domingo normal como outro qualquer já passado. Foi quando passou por mim um
pássaro enorme com um homem engaiolado . O homem preso não gritava, não
cantava. Através das grades de sua prisão vi apenas duas lágrimas caindo dos
seus olhos. O pássaro proprietário parecia feliz.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Olavo sempre descontente, nojento, bufando infeliz pelos cantos, bebendo e jogando. Com trinta e cinco anos ainda não havia se encontrado;...
-
Todos sabem quais são os nossos planos. Quem estiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho na Venezuela, na Argen...
-
Casinha de sapê nos confins. -Toc! Toc! -Quem bate? -Boulos! -Pega Sultão!Pega que é rato de esgoto!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.