O foco da nova fase da Lava-Jato nos pagamentos feitos ao marqueteiro João Santana reforça a ação de cassação de mandato eletivo contra a presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral.
A avaliação é de ministros do TSE, que acompanham as primeiras explicações dadas pela força-tarefa sobre a complexa engenharia de pagamentos a Santana no exterior. Segundo a Polícia Federal e o Ministério Público, a origem dos recursos era dinheiro fruto da corrupção na Petrobras. O TSE deve pedir o compartilhamento das provas tão logo o inquérito tenha o sigilo levantado.
RADAR-VEJA
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