terça-feira, 26 de janeiro de 2016

“A moralidade da corrupção”. Leia artigo de Sebastião Ventura

As pessoas decentes usam a moralidade como uma adequação dos meios aos fins: se querem ser bem-sucedidos, usam o trabalho honesto e dedicado a tal finalidade; se querem respeito público, procuram agir com retidão, hombridade e responsabilidade social; se querem o amor dos filhos, procuram construir um lar de afeto, presença e doação pessoal. Enfim, a moralidade procura nos tornar humanamente superiores e mais conscientes dos dilemas da existência.
O problema é que, no zoológico da vida, há uma infinita diversidade de espécies. A visão romântica do bom homem, muitas vezes, apenas vê a absoluta maldade intencional. Em certas situações-limite, chegamos a questionar a racionalidade da razão, claramente incapaz de apresentar respostas satisfatórias. Logo, antes de maravilhosas teses intelectuais abstratas, deveríamos centrar os olhos nas insuficiências, contradições e defeitos humanos. Somente conhecendo o mistério da nossa natureza é que conseguiremos encontrar caminhos civilizatórios mais dignos e possíveis.
Aqui, chegamos ao problema da corrupção. O primeiro passo é admitirmos que não temos mais homens públicos como antigamente; a política é uma atividade decadente, feita por pessoas despreparadas para os altos encargos que lhe são confiados. E, como ficamos inertes, o quadro só piora. Os corruptos e corruptores que infestam a política brasileira são produtos de uma sociedade apática que gosta muito de falar de moralidade, mas que não se preocupa em fazer uma vida moral a todos.
Pensamos que, sendo corretos em nosso cotidiano individual, estamos ajudando a ter um Brasil mais decente. O fato é que precisamos de mais. Parafraseando o artista, nunca antes na história deste país estivemos em uma situação democrática tão delicada, caracterizada por uma impressionante incompetência na gestão pública e por um absoluto divórcio dos ideais de um governo sério, ético e honesto. Assim o fazem porque a maioria de bem é dispersa, desunida e acomodada.
A doentia moralidade da corrupção é roubar e seguir roubando. Só há um jeito de mudar: uma nova, enérgica e eficaz atitude cívica. Vem ou vai ficar na poltrona?
Instituto Millenium

Sem moleza

“O assistencialismo deve ser mínimo. Cuidar de doentes, crianças e idosos, o resto meter no estudo e no trabalho. Como eu já disse, país rico é país sem moleza.” (Mim)

Projeto de Ana Amélia quer endurecer saída temporária de presos

Está sob análise da Câmara dos Deputados projeto de lei da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) que torna mais rígida a lei atual sobre a saída temporária da penitenciária para presos que cumprem a pena no regime semiaberto.

O chamado "saidão" é um benefício que permite a saída por tempo determinado para visitar a família, participar de cursos e outras atividades que ajudem no retorno ao convívio social.

Pelo projeto, o benefício só será concedido para réus primários, enquanto hoje o reincidente que já tenha cumprido 1/4 da pena também pode ser beneficiado. A proposta restringe ainda o tempo de saída temporária para um único período de sete dias por ano, ao contrário da lei atual, que permite a renovação do período por outras quatro vezes.
Políbio Braga

“Ali Baba jamais faria parte de um governo do PT. Com certeza ele ficaria constrangido.” (Eriatlov)

Peronismo, bah!- Argentina fechou 2015 com inflação de 30%

FALA, ZÉ 

Já que José Dirceu “está pronto para falar tudo”, como diz o advogado, tem gente lembrando que Lula andou pregando sua desfiliação do PT...

Cláudio Humberto

Estamos vivendo sob o domínio do mal. Eles pedalam, trouxeram o dragão de volta, se lambuzaram de óleo. Se esse povo não acordar logo, em 2018 eles voltam.