segunda-feira, 8 de junho de 2015

“Dilma me lembra hiena, pois enquanto ri dilacera nossa economia.” (Eriatlov)

A derrota do Lula mexicano



O México, ontem, votou para o Parlamento.

O partido de esquerda, PRD, perdeu metade de seus deputados. E o partido Morena, de Andrés Manuel López Obrador, aquele que prometia se transformar no Lula mexicano, conseguiu menos de 10% dos votos.

Nem tudo é desolação na América Latina.

O Antagonista

Dilma pedala



Dilma Rousseff deu uma entrevista exclusiva ao Estadão.

A entrevista foi feita durante um passeio de bicicleta. Dilma Rousseff pedalava sua "Specialized", a repórter do Estadão a acompanhava em sua "Giant".

A entrevista só vale por causa disso: descobrimos que, para tentar recuperar a popularidade perdida, Dilma Rousseff decidiu nos constranger mortalmente com esses espetáculos vergonhosos.

Um trecho da entrevista:
"Bem-humorada e animada por ter perdido mais de 15 quilos com a dieta Ravenna, que prossegue fazendo, a presidente recomendou que a repórter colocasse corretamente o seu capacete".

Ao voltar ao Palácio da Alvorada, depois de pedalar por seis quilômetros, Dilma Rousseff disse à repórter:

“Agora vamos fazer alongamento”.

E em seguida:

"A presidente comeu banana colocada por um minuto no micro-ondas. Pediu café duas vezes e tomou um copo de whey protein, suplemento à base de proteína".

A certa altura, Dilma Rousseff também disse que Joaquim Levy não pode virar um Judas, porque o arrocho fiscal "não é responsabilidade exclusiva dele".

Mas, francamente, isso não tem a menor importância.






Dilma Rousseff e a repórter do Estadão

O Antagonista

OUSADIA PETISTA

Petistas são ousados, como mostram seus escândalos. Integra agora o Conselho de Recursos da Previdência Complemenar, o “Carf” dos fundos de pensão, Gema de Jesus Ribeiro Martins, mulher de Sérgio Rosa, que presidiu a Previ, o enroladíssimo fundo do Banco do Brasil.

CH

TÁ FEIA COISA

Alô, Banco Central: o banco Santander deve estar com a corda no pescoço. Contratou biroscas de cobrança não para cobrar clientes em atraso, mas para atormentá-los no exato dia do vencimento de boletos.

Cláudio Humberto

Da coluna do Cláudio Humberto- MPF SEGUE O DINHEIRO E ABRE CAIXA PRETA DO BNDES

Para abrir a “caixa preta” do BNDES e investigar minuciosamente mais de 50 contratos, metade deles no exterior, encontrando motivos para os mais de 60 pedidos de prisão de diretores e executivos do banco e de empresários beneficiados por financiamentos, procuradores do MPF (Ministério Público Federal) adotaram a antiga estratégia preconizada por investigadores de crimes financeiros: seguiram o dinheiro.
 VENDA CASADA
O MPF apura se obras com financiamento de pai para filho no exterior foram condicionadas à contratação de empreiteiras como a Odebrecht.

DINHEIRO DE GRAÇA
 Com longo prazo de carência, juros irrisórios e contratos secretos, os financiamentos do BNDES no exterior são considerados irrecusáveis.

 O CRIME PERFEITO
Obras bancadas pelo BNDES no exterior não são auditadas no Brasil, nem órgãos de controle como TCU ou MPF podem fiscalizá-las lá fora.

 ALMA LAVADA
A devassa do MPF no BNDES lava a alma dos ministros do Tribunal de Contas da União. A caixa preta do banco parecia ter algo a esconder.

“Antes sofrer por compreender que ser um feliz enganado.” (Filosofeno)