Para abrir a “caixa preta” do BNDES e investigar minuciosamente mais de 50 contratos, metade deles no exterior, encontrando motivos para os mais de 60 pedidos de prisão de diretores e executivos do banco e de empresários beneficiados por financiamentos, procuradores do MPF (Ministério Público Federal) adotaram a antiga estratégia preconizada por investigadores de crimes financeiros: seguiram o dinheiro.
VENDA CASADA
O MPF apura se obras com financiamento de pai para filho no exterior foram condicionadas à contratação de empreiteiras como a Odebrecht.
DINHEIRO DE GRAÇA
Com longo prazo de carência, juros irrisórios e contratos secretos, os financiamentos do BNDES no exterior são considerados irrecusáveis.
O CRIME PERFEITO
Obras bancadas pelo BNDES no exterior não são auditadas no Brasil, nem órgãos de controle como TCU ou MPF podem fiscalizá-las lá fora.
ALMA LAVADA
A devassa do MPF no BNDES lava a alma dos ministros do Tribunal de Contas da União. A caixa preta do banco parecia ter algo a esconder.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Olavo sempre descontente, nojento, bufando infeliz pelos cantos, bebendo e jogando. Com trinta e cinco anos ainda não havia se encontrado;...
-
Todos sabem quais são os nossos planos. Quem estiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho na Venezuela, na Argen...
-
Casinha de sapê nos confins. -Toc! Toc! -Quem bate? -Boulos! -Pega Sultão!Pega que é rato de esgoto!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.