Certa vez, uma reunião da bancada do PT na Câmara discutia em clima de tribunal as sanções que deveriam ser aplicadas aos parlamentares “rebeldes”, que, ameaçados de expulsão, acabariam fundando o Psol. Lá pelas tantas, o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) deu uma sugestão, em tom de brincadeira: “Pra mim, é simples. A gente pede para uns cinco camaradas bem fortes segurarem o Babá (um dos “rebeldes”) e passa a tesoura naquele cabelão. Desse jeito, ninguém mais vai reconhecer ele na televisão e, assim, ele fica mais calminho.”
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