Naquele dia Arnaldo estava um traste. O céu era
marrom, a saliva tinha fel. Queria um abismo só para chamar de seu. Chegou em
casa e foi direto para o canil. Mandou o Duque para dentro da residência e se
deitou na casinha do cão. Espreguiçou-se, lambeu os beiços e passou a roer um
osso. Antes da meia-noite já estava latindo para os passantes.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
-
“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
-
“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.