Numa manhã de sábado apareceu naquela rua de
macadame uma pequena e enigmática caixa de madeira marrom. Não possuía brilho, opaca, acordou encostada
ao meio-fio. Muitos moradores e até
estranhos tentaram ergue-la ou abri-la, mas ninguém conseguiu. Nem mesmo usando
ferramentas foi possível. Ficou lá por
muito tempo até desaparecer numa noite de tempestade. Que caixa era aquela? O
que poderia ter dentro? Quando a velha e sábia Noninha morreu deixou uma
cartinha explicando o que a caixa continha. A caixa carregava o peso das
consciências dos habitantes da cidade e dentro dela todos os seus segredos mais
bem guardados.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
-
De férias escolares, Gustavo há dois não dias não saía do quarto, nem para comer. A mãe preocupada chamou que chamou e nada. O pai arrombou ...
-
“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.