Após anos e muitas delongas foi preso Silvano, o grande ladrão político de Brasilville. Encarcerado na capital não houve
manifestações de pesar das pessoas de bem, a vida seguiu sem sobressaltos.
Ruídos e passeatas em prol do calhorda aconteceram apenas no baixo esgoto. Para o presídio correram ratos, centopeias,
víboras, baratas e escorpiões, em solidariedade ao pulha. Os carcereiros
tiveram muito trabalho para desinfetar as instalações, mas o cheiro azedo da
canalha ainda para no ar. As autoridades já pensam em enforcar o dito para ver
se salvam o país da podridão.
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