Breno tinha
ojeriza de cigarro. Ninguém podia fumar
dentro e nem fora de sua casa, dentro do seu carro ou perto dele, mesmo se
estivesse na rua. Na sua empresa não contratava fumantes, não os queria por
perto. Caso visse um fumante na mesma calçada, atravessava. Mas o destino às
vezes é cruel; pois o mimo de Breno, Sandra, filha única amada adorada da qual
fazia toda e qualquer coisa para agradar, apaixonou-se por um fumante
inveterado. Então agora vemos Breno, o detestador de fumantes no meio da fumaça
da sala deixando limpo o cinzeiro do futuro genro e pitando seu cigarrinho
também, afinal nada melhor que um cigarrinho para acalmar os nervos.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
-
De férias escolares, Gustavo há dois não dias não saía do quarto, nem para comer. A mãe preocupada chamou que chamou e nada. O pai arrombou ...
-
“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.