Romeu vivia
para ver o tempo passar. Era o tal operário-perdão. Perdão por não fazer
absolutamente nada. Para sua
infelicidade o destino foi cruel até demais. Morreu quando o relógio da igreja matriz
caiu na sua cabeça enquanto estava parado
nas escadarias observando o movimento da rua e deixando como sempre o tempo
passar.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
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