"Não existe a literatura on-line como gênero", escreve Cecília Giannetti, escritora e jornalista que foi uma das agraciadas naquela corrupção entre amigos, que mandou escrevinhadores a diversas cidades do mundo às custas do contribuinte. Ou pelo menos pretendia mandar, já que o projeto inicial previa captações através da lei Rouanet.
A moça é ceguinha ou não entende o que seja a palavra on-line. E esses milhões de obras literárias que estão sendo digitadas e colocadas na rede, à disposição dos leitores de qualquer quadrante do mundo? Isso não é literatura on-line? Bem entendido, não se trata de um gênero novo. É o bom e antigo livro, romance, ensaio ou poesia, só que não é em papel. Nem está preso nas estantes de livrarias ou bibiotecas, mas solto no espaço, ao alcance da mão de quem quiser apanhá-lo.
terça-feira, junho 26, 2007
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