Embalados pelo álcool e pelo fumo o casal se atraca.
Excitação, esfrega, esfrega, mão aqui e ali, cabeça na lua, semente posta. A
barriga cresce, a futura está nem aí, o bebê nasce e o reprodutor não se sabe por onde anda. Então vai a
criança crescer sem pai nas mãos de uma mãe transloucada para engordar a conta
do cidadão contribuinte que nada tem a ver com isso. E por aí vem mais.
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“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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