quarta-feira, 19 de abril de 2017
OLAVO
Olavo sempre descontente, bufando infeliz pelos cantos, bebendo e jogando. Com trinta e cinco anos não havia ainda se encontrado; lugar algum era o seu lugar. Nada estava bom, azedume para dar e vender. Finalmente aos quarenta anos ele se encontrou, porém não deu certo, pois aí ele já era outro. Foi assim que Olavo morreu caduco.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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