Há uma variedade enorme de homens cujo olho inevitavelmente exagera o que
vê, cujo ouvido ouve mais do que a orquestra toca e cuja imaginação duplica ou
triplica as informações captadas por seus cinco sentidos. É o entusiasta, o crédulo,
o romântico. É o tipo do sujeito que, se fosse um bacteriologista, diria que uma
mísera pulga é do tamanho de um cachorro São Bernardo, tão bela quanto a
catedral de Beauvais e tão respeitável quanto um professor de Yale.
1918
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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