quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
O DESTEMIDO ANTENOR
Nada temia Antenor, nem o capeta em carne e osso. Fazia questão de passar sob escadas, adentrar cemitérios em plena madrugada, frequentar puteiro em ambiente violento e até namorar filha de traficante ou delegado. E não parava por aí; atravessava rio em enchente, entrava em casa pegando fogo, matava cobra no dente. Pois é, esse homem valente sem igual veio a morrer tal qual um comum de infarto fulminante. Foi agorinha, ainda faz pouco quando recebeu a fatura de energia.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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