sábado, 21 de janeiro de 2017
O ÚLTIMO
Há tempos pensava nisso. Naquela tarde no bar do Amadeu jogando canastra Juvenal disse aos amigos: irei fumar agora o meu último cigarro, vou largar o vício. Acendeu e sorveu lentamente a fumaça. Tomou um gole, pitou o branquinho sem pressa e caiu seco num infarto fulminante. Homem de palavra, fora mesmo o último.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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