quinta-feira, 3 de novembro de 2016
MATEUS
Mateus,23, não suportava mais viver. O abandono da noiva fora o final de um drama que se arrastava; idas e vindas, abraços e sopapos, sussurros e gritos. O revólver, a dose de veneno, a corda com o nó pronto estavam disponíveis. Porém não era o tipo de morte que desejava. O revólver pelo sangue, o veneno pelo mal-estar e a corda porque detestava ficar dependurado. Decidiu procurar a borda do mundo e dela se atirar ao vazio. Passou por mais de sessenta países, convicto daquilo que queria. Procurou, procurou e acabou morrendo de velho procurando.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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