Nesta reportagem da Agência Brasil e também de Gabriela Sá Pessoa, Folha, fica claro por que razão houve tanta gritaria quando o governo Temer extinguiu o ministério da Cultura, voltando atrás em seguida.
A Operação Boca Livre, levada adiante pela PF, já devassou empresas como Bradesco, Volkswagen e Volvo, entre outras, nas quais descobriu que dinheiro para a cultura foi parar nos cofres de todas elas, inclusive para festas corporativas.
O Bradesco, por exemplo, pediu incentivo fiscal de R$ 590 mil para patrocinar concertos da Orquestra Arte Viva no Rio e em SP, mas gastou tudo com um show de Roberto Carlos, realizado no Clube Pinheiros. A Volkswagen usou e, festa corporativa dos 60 anos, os R$ 2,8 milhões do dinheiro da Lei de Incentivo a Cultura, alegadamente para apresentações de orquestras sinfônicas em quatro cidades.
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