Em artigo publicado na Folha, Ronaldo Caiado critica o governo por ceder às pressões e chantagens corporativas e conceder aumentos a servidores.
"A Câmara dos Deputados não opôs resistência. Mas o Senado está determinado a ser a última bastilha em defesa do bom senso da economia e também da justiça social – pois é disso que, no fundo, se trata: optar pelos desvalidos.
"Os aumentos –que montam a R$ 58 bilhões até 2019– foram negociados ao tempo da presidente afastada, Dilma Rousseff, mas nem ela teve a audácia de encaminhá-los ao Congresso. Não é aceitável que o governo que a substituiu o faça e comprometa o processo de saneamento da economia. As despesas decorrentes dessa iniciativa, segundo se argumenta, já estavam embutidas no deficit do Orçamento de 2017, que é de estratosféricos R$ 170 bilhões."
Melhor, argumenta Caiado, é economizar o possível para ajudar os 12 milhões de desempregados.
O Antagonista
sábado, 2 de julho de 2016
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