sexta-feira, 20 de maio de 2016
Quem, quando, onde, por que
Acredito que a maioria das páginas policiais que estão na rede não são comandadas por jornalistas ou pessoas com o devido conhecimento. As perguntas: quem, quando, onde, por que não são observadas na redação das matérias. Quando há cabeça, não há pernas e por aí vai. Existe a pressa de informar, deixando muitas vezes o texto capenga.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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