As delações do senador Delcídio do Amaral e do executivo Otavio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, permitiram à Operação Lava Jato estabelecer a ex-ministra Erenice Guerra e um escritório de advocacia como elos que ligam a presidente Dilma ao escândalo do “Eletrolão”, envolvendo negócios de estatais do setor elétrico. E com destaque para as obras de R$19 bilhões da hidrelétrica de Belo Monte.
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