Em primeiro digo que sou um sujeito pobre, nem casa tenho. Não opino como parte interessada, apenas como cidadão comum.
Tempos atrás tinha eu o sonegador visto com repulsa. Um crápula!
Como já estive dos dois lados do balcão, empregado e empregador, mudei de opinião.
Que direito tem o estado de cobrar tributos exorbitantes, sendo todos sabedores do seu real destino?
O trabalho, o risco, é por conta de quem empreende, a gastança desenfreada e o roubo por conta do grande estado ladrão.
Defendo impostos mínimos que todos paguem, e que cada centavo vá em benefícios da coletividade e não para comprar e sustentar minorias.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
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