A declaração de Tarso Genro sobre Lula e os judeus não dá conta de um equívoco, nem de uma patologia do ex-governador, mas de uma intencional malignidade antissemita.
Tarso rebaixou o Holocausto a uma condição ilustrativa de alegada perseguição a Lula.
Os nazistas praticaram um genocídio contra os judeus e este Tarso Genro vem cuspir na memória das vítimas, comparando-as a seu líder salafrário, que vive como um nababo, sustentado por empreiteiras.
Está mais do que na hora do Rio Grande se ver livre de Tarso Genro e de seu Partido, que é uma organização criminosa.
Políbio Braga
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