A Associação Nacional dos Procuradores da República contestou hoje o manifesto dos advogados dos réus da Lava Jato e disse que as decisões tomadas têm base legal: “É um direito espernear. Mas as decisões são baseadas em provas robustas. As delações são um ponto de partida das investigações. Para se conseguir uma condenação, todas precisam ser ratificadas. Não se trata de decisões de um juiz isolado. É a jurisprudência reiterada de vários tribunais, inclusive da Suprema Corte”, afirmou o diretor de Comunicação da entidade, Alan Mansur.
Também houve reação da Associação dos Magistrados Brasileiros que, na voz de seu presidente, João Ricardo dos Santos Costa, criminalizou a carta do Kakay: “Faltou sinceridade, idoneidade nessa carta. É assinada por profissionais que têm interesse nas causas. É lamentável esse ataque ao Judiciário. Essa carta é uma manobra para pressionar o Judiciário e repudiamos esse tipo de procedimento. A sociedade tem que encarar esse manifesto como algo que não é de interesse público, mas de interesse privado".
Políbio Braga
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