Caro Janer!
O que está por trás deste corporativismo famigerado é a conhecida e popular "tunga sindical". A profissão regulamentada gera um sindicato que, imagine só, vai arrecadar todo ano, um dia de trabalho de cada um dos " profissionais" para o fundo sindical. Bem, arrecadará sempre mais um dia a cada acordo salarial, ou a cada pretexto aleatório, do tipo fundo de greve etc. . Além, é claro, das mensalidades dos "trabalhadores regulamentados". Ah, criará emprego e renda, (nada de trabalho) para os "dirigentes" e seus aderidos.
Com a dinheirama pagam-se os "trios elétricos", que infernizam as cidades acompanhando passeatas, agitos e badernas. Pagam-se as mordomias sindicais, a representatividade dos dirigentes (já viu algum dirigente usando sapato com meia sola ou camisa puida?), as campanhas eleitorais, etc. A regulamentação de profissões é apenas um pretexto...
Reconheço que os sindicatos mais fortes, além da esculhambação e infernalização nacionais por conta de seus intereses, também oferecem aos seus associados, serviços jurídicos, de saúde, lazer e formação profissional. Mas são poucos e não escapam da prática da tunga compulsória de dias de trabalho, inclusive contra os não associados.
Abraço,
Raul Almeida
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