terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
NEURÔNIO SOLITÁRIO
Num grande vazio ele habita. Solitário, não articula um só pensamento com clareza. Apenas repete clichês e o que lhe mandam dizer. A solidão o faz ter raiva, muita raiva. Sua dona pensa que sabe, e como pensa que sabe! Não incorpora novidades, vive de um passado que não deu certo. Vive num mundo do faz de conta, achando que está abafando. Ele, apesar de medíocre é importante. É o neurônio solitário da Dilma.
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”
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“Meu anjo da guarda é um pterodátilo. ” (Assombração)
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“ A Gleisi por aqui. Deus não é brasileiro. “ (Deputado Arnaldo Comissão)
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