“Diante desta situação, … o Programa sugere a busca de alternativas, tais como, por exemplo, limitar o ato sexual aos beijos, às carícias, à masturbação… No entanto, ele reconhece que o nosso país é dominado por uma cultura em que o homem e a mulher precisam ter relações sexuais com penetração para alcançar a satisfação plena. De modo que é provável que a abstinência, ou aquilo que os especialistas denominam “alternativas”, não sejam opções viáveis para muitos casais.” (trecho de uma matéria do jornal oficial Granma, a respeito da nova onda de escassez de preservativos em algumas cidades cubanas)
Fonte: Instituto Liberal
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