domingo, 13 de dezembro de 2020
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
NADA A DECLARAR
Nada a declarar
Gonçalo dos Santos foi eleito deputado estadual no Amazonas, nos anos 1950, mas entrou mudo e saiu calado do mandato, sem fazer discursos na Assembleia. Não se reelegeu e os colegas resolveram insistir para que ele finalmente fizesse um discurso, o de despedidas. Ele não queria, os deputados insistiram, empurraram-no, até que ele subiu à tribuna: “Senhor presidente, não aguento mais. Por favor, aquiete esses meninos!” Desceu da tribuna e foi embora, para nunca mais voltar.
PODER SEM PUDOR
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
O TAL DE CHIFRES E RABO
O TAL DE CHIFRES E RABO
O diabo acompanhou-me
Nas minhas noites infantis
Mal sabia eu que era apenas uma ideia
De homens cavernosos e malignos
Para dominar pelo medo
Corações ingênuos.
CONFINAMENTO
"Com os cuidados necessários, precisamos trabalhar. Dinheiro não dá em árvore. Sem trabalho existe desespero e fome, não há geração de impostos. Primeiro morre você, depois os governos , após morrem todos de inanição, até mesmo o crítico deslumbrado, que se acha imune as consequências do confinamento."
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“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
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De férias escolares, Gustavo há dois não dias não saía do quarto, nem para comer. A mãe preocupada chamou que chamou e nada. O pai arrombou ...
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”