sábado, 9 de maio de 2020

Cupim no baralho

Figuraça folclórica em Florianópolis, onde virou nome de rua, o ex-assessor da Assembléia catarinense Alcides Ferreira era coletor de impostos em Indaial quando, endividado na jogatina, apostou com um juiz os móveis da coletoria e perdeu. Respondeu por telegrama ao então governador Udo Deeke, que o interpelara furioso com o sumiço dos móveis: “Exmo sr. Governador. Móveis coletoria cupim comeu. Alcides Ferreira, coletor.”
CH

Hospital Albert Einstein está dando férias aos funcionários por falta de pacientes Minha cunhada trabalha lá e está de férias, ninguém me falou!! Vírus chinês é a maior farsa do século XXI SUCATEIRO-TWITTER


Cavalheirismo
Meu avô era muito educado, um doutor em gentileza. Ele foi um perfeito cavalheiro. Tanto que morreu por esse motivo. Certa noite de inverno foi ao clube para jogar canastra com os amigos. Na porta do referido encontrou-se com um deles que declinou para entrasse primeiro. Ficaram de mesuras e nenhum deles quis adentrar antes do outro, sendo que os dois ao mesmo tempo não poderiam passar pela porta. Por muitos minutos estiveram à mercê do tempo, tomando no lombo aquela garoa gelada. Até que entrou o amigo que era um ano mais velho. Porém o mal já estava feito. Pois 15 dias depois morreram os dois de pneumonia.
Moral da história: Seja um gentleman apenas em ambientes quentes

" Todo orgulho se vai com o último suspiro."


REMEMBER 2011
O deputado de Paulo Silvino é sincero
Diz tudo o personagem deputado de Paulo Silvino em Zorra Total:
" É por trás Vazenildo, meu negócio é por trás."
E o nome do secretário,VAZENILDO, é um achado.
PODER SEM PUDOR

Democracia garantida
Nos anos 40, apesar do fim da ditadura Vargas, o poder político era definido segundo a vontade dos “coronéis”, no interior. Era o caso de São Caetano, no agreste pernambucano. Lá, mandava o “coronel” João Guilherme. Na primeira eleição após o Estado Novo, ele destacou capangas para o trabalho, digamos assim, de “boca de urna”: ficavam nas proximidades dos locais de votação perguntando aos eleitores se eles votariam no candidato do coronel. Se a resposta fosse “não”, os eleitores ouviam a “sugestão”:
- Acho melhor o senhor não votar, não. É para não atrapalhar a democracia.
CH

Por fora

- O senhor por acaso é Testemunha de Jeová?
- Não sou testemunha de nada. Além do mais nunca ouvi falar desse tal Jeová.