terça-feira, 14 de junho de 2016

O ESTADO

O estado sabe o que é melhor para mim?
Com certeza não.
Não é o estado, um parasita, um ladrão?
Sem dúvida.
O estado, este monstro, assume o poder da extorsão legal, diária, semanal, mensal, trimestral, semestral, anual.
Ele é um apanhador de tributos.
Perdulário.
Achei uma metáfora para como deve ser o estado:
O estado deve ser pequeno e lindo com um bonsai.

10 reflequições- Millôr

I- Todo mundo viaja. Poucos chegam Lá.

II- As guerras acabam. Mas as ruas nunca ficam prontas.

III- Tinha um ar soberbo. Totalmente poluído.

IV- Dizia "Minha cara metade", como quem reclama do preço.

V- Confesso: sou pior sozinho do que mal acompanhado.

VI- Repara: quando você aprende uma palavra nova, ela aparece em todos os lugares.

VII- Solitário dorme sozinho. Rejeitado acorda sozinho.

VIII- Mostrei-lhe a lua no horizonte, redonda, linda. Mas ela prefere o Faustão.

IX- Não há pessoa mais chata do que você mesmo. Fuja da solidão.

X- Fica frio, amigo, não foi o brasileiro o inventor da corrupção. Baseado no mais profundo ensinamento da minha religião, a corrupção começou no Princípio dos Princípios, justamente no Jardim do Éden. Quando os dois proto-Safados, corrompidos pela Serpente, desrespeitaram a Lei do Senhor e comeram o Fruto da Ciência do Bem e do Mal, o desrespeito espantoso ficou conhecido como A Queda. Mas não passou assim pelo Todo (como era conhecido o Todo-Poderoso), que condenou os três culpados por uso indevido de bem público e formação de quadrilha. Logo o Anjo Gabriel, executor das ordens do Supremo, expulsou Adão e Eva do Paraíso, obrigando-os a viver na periferia, a leste do Éden. Mas a Serpente, misteriosamente, nunca foi punida.

INSTITUTO VON MISES BRASIL- Só é socialismo enquanto funciona; quando deixa de funcionar, nunca foi socialismo por Lawrence W. Reed

Você já tentou pregar gelatina na parede com um martelo e um prego?  Isso é muito mais fácil do que encontrar um socialista que apresente uma definição clara sobre o que é socialismo.  Como a definição sobre o que é socialismo é extremamente volúvel, variando de acordo com os resultados, o socialismo se torna um alvo interminavelmente móvel.
Marx defendia a abolição da propriedade privada e a estatização de todos os meios de produção (fábricas, fazendas, minas, escritórios, maquinários, equipamentos, computadores etc.).  Ele chamou isso de "socialismo científico".
"Mas não é isso o que defendemos!", afirmam os socialistas de hoje.
Lênin estabeleceu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).  Ele colocou o estado soviético no comando de cada aspecto da vida do indivíduo e fez isso "pelo bem do povo". Quando a coisa deu errado, recuou e permitiu um pouco de livre iniciativa.  Stalin o sucedeu, intensificou o socialismo e declarou que o arranjo iria fazer chegar à perfeição "o paraíso dos trabalhadores" prometido pelos intelectuais socialistas.  Gerou milhões de cadáveres.
"Mas não é isso o que defendemos!", alegam os socialistas de hoje.
Hitler e seus asseclas "planejaram" inteiramente a economia alemã, impuseram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção. A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.  Os nazistas se auto-intitularam socialistas e até mesmo deram ao seu partido o nome de Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
"Mas não é isso o que defendemos!", gritam os socialistas de hoje.
Quinze diferentes repúblicas dentro do império soviético se proclamaram inteiramente dedicadas ao socialismo — até que todos os seus regimes entraram em colapso nos período de 1989 a 1991. (Veja alguns relatos sobre a vida nesses países aqui, aqui e aqui).
"Mas não é isso o que defendemos!", dizem os socialistas de hoje.
Mais exemplos fracassados de socialismo
Desde a década de 1950, dezenas de regimes na África e na Ásia se comprometeram com a utopia socialista, abraçando orgulhosamente o socialismo pelo nome.  E gerando outros milhões de cadáveres, a maioria por inanição. 
Absolutamente todos eles geram a mesma proclamação dos socialistas de hoje: "Mas não é isso o que defendemos!".
Socialistas ao redor mundo se regozijaram com a ascensão ao poder do socialista Hugo Chávez na Venezuela.  "É exatamente isso o que defendemos!" tornou-se o mantra dos socialistas à medida que o governo venezuelano ia expropriando, estatizando e redistribuindo. 
Mal se passaram 15 anos, e a economia venezuelana está hoje à beira do total colapso, com pessoas matando cachorros nas ruas para ter o que comer e recém-nascidos morrendo como moscas nos hospitais públicos do país.  Consequentemente, tornou-se impossível encontrar um socialista que defenda o atual regime venezuelano.  Porém, aqueles poucos que se pronunciam apenas dizem "Mas não é isso o que defendemos!".
Por ora, todos os socialistas encontraram como último refúgio a defesa das economias escandinavas.  "Agora sim, é isso o que defendemos!", asseguram eles. 
O problema é que uma observação mais aprofundada dos países escandinavos mostra que: tais países não possuem leis de salário mínimo, a carga tributária sobre as empresas está entre as menores do mundo, as economias são abertas e há uma praticamente plena liberdade de importação (as tarifas são baixíssimas), há liberdade de empreendimento (quase nenhuma burocracia para se abrir empresas), e quase não há empresas estatais (a única mundialmente famosa é a estatal petrolífera da Noruega, país que tem a gasolina mais cara do mundo).  Veja todos os detalhes aqui, aqui, aqui e aqui.
O primeiro-ministro da Dinamarca recentemente veio a público fazer a seguinte declaração: "Sei que muitas pessoas nos EUA associam o modelo nórdico a uma espécie de socialismo.  Sendo assim, gostaria de deixar uma coisa bem clara: a Dinamarca está longe de ser uma economia socialista planejada.  A Dinamarca é uma economia de mercado". 

INSTITUTO VON MISES BRASIL Mais uma tragédia em um estabelecimento que proíbe a entrada de armas por Daniel Mitchell,

Aconteceu de novo.  Na cidade de Orlando, Flórida, um fanático islâmico entrou em um estabelecimento — especificamente, uma boate gay — que proíbe que as pessoas portem armas e praticou uma chacina em massa.
O estado da Flórida possui uma lei que especificamente proíbe o porte de armas (mesmo que a pessoa tenha autorização e licença) em um estabelecimento que serve bebidas alcoólicas.  Portanto, não apenas o estabelecimento era proibido de permitir que seus clientes portassem armas, como também era proibido de ter seguranças privados armados e à paisana. Cenário perfeito para um lunático brincar de tiro ao alvo humano.
Para piorar, o maníaco estava na lista de suspeitos do FBI, que nada fez para detê-lo.  Mais uma vez, confiar a segurança ao estado não funcionou.
Deixemos de lado as questões motivacionais que envolvem islamismo, fanatismo e gays, e façamos a pergunta mais importante: por que políticos e burocratas não querem que pessoas inocentes tenham a capacidade de se defender?
O inestimável Centro de Pesquisas para a Prevenção do Crime já se manifestou sobre o assunto.
Desde pelo menos 1950, apenas 1% de todos os tiroteios públicos ocorreu em locais em que os cidadãos são autorizados a portar armas e se defender.  A polícia é importante para impedir o crime, mas mesmo que ela estivesse presente no local no momento da chacina, ela teria uma grande dificuldade em impedir o ataque. 
Agressores sempre irão atirar primeiro nos policiais e seguranças uniformizados que estiverem presentes (o ataque ocorrido ao jornal francês Charlie Hebdo no início de 2015 ilustra esse ponto). ... No caso de Orlando, a polícia chegou à cena do crime somente depois de o ataque ter ocorrido.  Isso ilustra outro ponto: é simplesmente impossível contar com a polícia para que ela proteja todos os alvos possíveis.  É até mesmo uma questão física.
É difícil ignorar o fato de que esses homicidas em massa sempre escolhem, conscientemente, locais em que eles sabem que as vítimas estarão desarmadas.
A propósito, se você acredita que permitir o porte de armas em bares e demais estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas é um convite à carnificina, considere o fato de que já é legal em vários estados americanos o porte de armas onde há venda de bebidas alcoólicas.  No entanto, nunca se ouviu notícias de chacinas nesses locais.
Dentre os mais recentes estados a permitir o porte de armas em locais que auferem mais de 50% de suas receitas com a venda de bebidas alcoólicas estão: Geórgia (2014), Louisiana (2014), Dakota do Norte (2015), Carolina do Norte (2014), Ohio (2011), Carolina do Sul (2014) e Tennessee (2009).  Além da Flórida, outros estados que proíbem o porte são: Illionis, Kentucky, Nebraska, Novo México, Oklahoma, Dakota do Sul, Texas, Washington e Wyoming. Há estados que permitem o porte de armas em bares, mas proíbem a pessoa de consumir álcool, dentre eles: Alasca, Idaho, Michigan (permitem o porte desde que a arma esteja visível e a pessoa tenha licença), Montana (permite o porte desde que a arma esteja visível; não é necessário ter licença).
Sim, é possível que, em algum momento, algum desequilibrado com uma arma faça alguma lambança em uma dessas localidades.  Por isso, não se está dizendo que jamais haverá morte em locais que permitem o porte de armas e servem bebidas alcoólicas.
Mas o fato é que pessoas realmente más são muito mais perigosas do que bêbados ocasionais, e suas ações maléficas são permitidas e facilitadas por localidades que proíbem que as pessoas portem armas.
Continue lendo...http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2434

CARICATURAS- SPONHOLZ

Charge do Millôr

Jesus encontra Maomé no paraíso

Jesus encontra Maomé caminhando pelo paraíso:
-E aí Maomé, como vai?
-Posso dizer que estou bem, ainda tenho comigo mil virgens.
-Mil virgens?
-Sim, mil virgens, pois faz séculos que um filho da puta escondeu o meu viagra!