sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Equador enfrenta greves violentas de sindicatos e indígenas: coincidência?
Dilma e Rafael Corrêa: eles estão destruindo seus respectivos países
Notícia na Folha: Uma greve geral em protesto contra recentes medidas aprovadas pelo presidente do Equador, Rafael Correa, terminou, nesta quinta (13), com confrontos entre a polícia e manifestantes em Quito e em Guayaquil, a maior cidade do país.
Segundo o governo, ao menos 12 policiais se feriram. Fotos publicadas pelo jornal “El Universo” também mostram manifestantes feridos.
A paralisação foi organizada por grupos sindicais de oposição, entidades indígenas e outros movimentos sociais, que, após um dia de bloqueios nas principais ruas e avenidas da capital, se reuniram no centro da cidade para marchar rumo à praça Grande, onde fica o palácio presidencial.
Diante da barreira policial perto do Palácio Carondelet, sede do Executivo, manifestantes atiraram pedras, paus e coquetéis molotov.
Os policiais responderam com cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Até a conclusão desta edição, não havia números sobre detidos.
O governo temia um novo cerco a prédios estatais, como o feito por policiais em greve de 2010, quando Correa ficou cercado em um hospital de Quito. Para conseguir sair, teve que decretar estado de exceção e precisou ser retirado do local pelas Forças Armadas.
Seria apenas coincidência os diferentes governos bolivarianos enfrentando crises e mais crises, reações populares e algumas violentas? Seria por acaso que os governos de esquerda latino-americanos estariam experimentando do próprio veneno? Sempre fomentaram a violência como instrumento de busca do poder e, uma vez lá, acabam se tornando alvo do mesmo método, quando não conseguem comprar todos os dissidentes insatisfeitos. Por que isso acontece?
Ora, a esquerda bolivariana desperta o gênio do mal e depois não consegue colocá-lo de volta na garrafa. Tirar a pasta do tubo é mais fácil do que o contrário. Agitar as massas, incitar a violência, fomentar o ódio de classes e a segregação racial, tudo isso de olho no poder, é bem mais fácil do que, depois, acalmar a parcela da população que aprendeu os métodos que, infelizmente, ainda funcionam na região.
Quem não chora não mama. Desde sempre esses sindicalistas e esquerdistas mostraram que o caminho para subir na vida, para obter privilégios estatais, era pressionar, tomar as ruas, jogar coquetéis Molotov na polícia. Dava certo! Muitos chegaram mesmo ao poder. E lá, incapazes de governar de verdade, de adotar medidas eficazes contra a miséria, despertam a fúria dos que ficaram de fora quando a crise econômica, inevitável, escasseia os recursos.
A Venezuela está um caos total. Equador enfrenta revoltas nas ruas. A Argentina em frangalhos. E o Brasil caminhando na mesma direção. Alguém pode mesmo achar que é mera coincidência? Ou será que todos vão, finalmente, compreender que esse é o resultado inexorável do bolivarianismo, do “socialismo do século 21″, o mesmo do século 20 que levou a resultados iguais?
A linguagem incentivada pela esquerda “intelectual” é a da violência. É uma tática de minoria rebelde. Mas e quando ela se torna governo, quando chega ao poder? Aí passa a acusar a mesma estratégia de “golpista”. Seriam os sindicatos instrumentos da elite golpista agora? Seriam os “movimentos sociais” armas dos capitalistas? É o efeito bumerangue. A pilhagem foi defendida como “justiça social” antes, e continua valendo depois. Como falta verba para comprar todos, já que o socialismo jamais foi capaz de produzir riqueza, é natural que a revolta tome conta dessas nações. E os que estão de fora da festa querem entrar, mesmo que na marra.
O bolivarianismo está destruindo parte da América Latina. O Brasil, um caso “borderline”, corre sérios riscos de ser tragado pelo mesmo destino sombrio. A menos que ainda dê tempo de cortar o mal pela raiz e extirpar o PT bolivariano do poder, antes que seja tarde demais…
Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino- Por uma OAB livre: IL entrevista advogado que luta contra entidade tomada por governistas
O Instituto Liberal abre hoje espaço para uma entrevista com seu Diretor Jurídico, Leandro Mello Frota, Advogado, membro do IAB, mestrando em Ciência Política em Relações Internacionais pelo Iuperj, Sócio da Gomes e Mello Frota Advogados. O tema é a Ordem dos Advogados do Brasil.
1) Qual a sua visão do papel da OAB?
A OAB deveria ter um papel de vanguarda na luta pela liberdade; defendendo os Advogados e com uma participação mais efetiva nos assuntos que afligem a sociedade buscando um consenso independente de posicionamento político. O papel da OAB é lembrar aos poderosos que todo poder emana do povo e por ele será exercido. Nossa OAB no passado exerceu um papel fundamental no retorno ao regime democrático, além de ter se posicionado ao lado do povo no impeachment do ex-Presidente Collor.
2) Esse papel tem ocorrido no âmbito nacional e regional?
Não. Infelizmente não. Temos uma OAB fraca, submissa e atrelada aos interesses do PT e do governo. Nossa OAB tem virado as costas para nós, Advogados. Ela se esqueceu que o Advogado exerce função essencial à justiça, é quem tem o poder de lutar e modificar leis ou atos que sejam nocivos à população. A Advocacia merece respeito e não ser um simples instrumento de manobra de dirigentes que utilizam a OAB como trampolim político.
3) O que fazer para mudar?
Primeiro lugar, precisamos implementar as eleições diretas para a OAB nacional. É inadmissível a forma de escolha atual, por via indireta. Uma entidade que preza e luta por democracia não pode ser antidemocrática em suas escolhas.
A OAB precisa ser mais transparente. Ela não presta contas. A OAB não pode ser partidária e ideológica. Ela tem que apartidária e plural. Nós, Advogados, somos livres para professarmos a fé que quisermos, defender a ideologia que mais nos representar e fazer parte de qualquer partido político. A OAB não. Ela deveria ser plural, apartidária, livre e independente.
No âmbito da OAB estadual, precisamos renovar urgentemente os dirigentes. Nos últimos 20 anos são sempre os mesmos grupos disputando as eleições da OAB. Posso afirmar que eleição na OAB significa uma disputa entre aqueles que estão no poder e não querem sair contra aqueles que já estiveram no poder e querem voltar. Isso não é democrático. Precisamos acabar com a reeleição, tanto na OAB estadual como nas subseções. A OAB não pode ser “emprego”.
Renovação é um dos pilares mais fundamentais da democracia.
4) O Sr. foi candidato ao conselho federal da OAB em 2012. O que mudou desde a última eleição?
A OAB está cada vez mais antidemocrática, ideológica e submissa. Vejamos os absurdos. Na reforma política, a OAB esteve ao lado do PT e do Governo, com propostas falaciosas e sem fundamentos. Propostas que só interessavam o PT e os partidos de esquerda. E o mais engraçado é que a OAB não segue sua própria proposta de reforma política. Ela é contra o financiamento privado empresarial de campanha, só que não proibiu os escritórios de advocacia de financiar as eleições. Estranho, não?
No Rio de Janeiro, as escolhas são piores. A OAB é contra a redução da maioridade penal e, diga-se de passagem, sem nos ouvir.
O Rio de Janeiro está saturado de marginais, cometendo todas as atrocidades possíveis e imaginárias contra a população, e a OAB, o que fez? Nada! Para piorar, o nosso presidente, em vez de enxergar o real problema, prefere o absurdo de criminalizar o uso da faca. Para ele, o problema é a faca, e não quem comete os crimes. O ECA precisa ser revisto urgentemente. Fico preocupado com essa visão da OAB. Imagina a situação dos “menores” passarem a usar raquete elétrica de mata mosquito. O nosso presidente, do alto da sua inteligência, vai propor o que? O fim das raquetes? A criminalização das raquetes? Esse debate precisa ser levado a sério e, pelo visto, a OAB já perdeu um pouco a sua credibilidade para conduzi-lo.
5) O Sr. é candidato?
Só é candidato aquele que registrou a sua chapa e obteve o deferimento da comissão eleitoral, no período em que a OAB lançar o edital, com regras e prazos. Só que não posso me furtar de participar do debate, conversar e opinar. Acredito que chegou a hora da minha geração na advocacia assumir seu próprio destino. Somos a maioria dos advogados hoje em dia. Somos os que sofremos com os baixos salários, falta de respeito dos servidores e magistrados, com a demora das petições serem juntadas, com a falta de expedição dos mandados. Sem contar com a situação humilhante dos estagiários que pagam uma anuidade maior do que os médicos e engenheiros formados. A OAB deveria olhar com mais atenção e cuidado para nós, Advogados.
6) De um último recado para os leitores do IL.
No domingo, 16 de agosto, teremos, em todo o Brasil, uma grande manifestação em defesa do Estado do Direito, da liberdade e da moralidade. Convido a todos a participar desse grande evento cívico, e eu mesmo estarei em Copacabana para gritar “fora PT”. E quando digo essa frase, eu não quero dizer apenas fora PT do Governo Federal, mas de todas as esferas públicas e privadas do país, especialmente, e esse é meu recado final… FORA PT DA OAB DO RIO DE JANEIRO!
NO MANICÔMIO
Uma
comissão de inspeção chegou a um manicômio. Para cumprimentá-los, um coro
dos pacientes cantou uma canção de um filme popular que diz: "Oh, como é
bom viver na terra Soviética!"
A
comissão notou que um dos homens não cantou.
"Por
que você não canta?"
"Eu
não sou louco, eu sou uma enfermeiro aqui."
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