sábado, 27 de junho de 2015

MOMENTO REMEMBER FALTA DO TOMATE- A explicação: “Se está faltando tomate, é porque o povo está comendo.” (Deputada catarinense Luci Choinacki-PT)

Importa o que somos e não onde nascemos

“Acho que não deveríamos demonstrar orgulho por nascermos aqui ou acolá. É algo fortuito. Importa sim é a qualidade do ser que somos. Eu, por exemplo, poderia ter nascido cachorro em qualquer lugar. Para um cão com certeza não importa a nacionalidade que carrega.” (Pócrates)

“Grandes homens nascem em todos os países, sem distinção. E podemos afirmar que belas porcarias também.” (Eriatlov)

Mosca na sopa

MOSCA NA SOPA

Um homem taciturno entrou no restaurante e pediu uma sopa de cebolas. Logo que a sopa foi servida uma mosca pousou na sopa ainda quente. O taciturno então chamou o atendente e mandou levar a sopa embora. Disse que iria comer apenas a mosca, mas que pagaria pelo prato todo. E passou a voltar todos os dias para pedir o mesmo. E nada falava além do essencial. O que se sabe é que em poucos dias todas as moscas que moravam no estabelecimento trataram de dar no pé, ou melhor, bater asas para bem longe. 

CASA ESCURA

CASA ESCURA

Na minha rua há uma casa que chamamos de ‘CASA ESCURA’. Moram lá quatro seres, pais e filhos, que não gostam de luz. Não são maus, apenas tolos que vivem lambendo um tal de Senhor, que por sinal ninguém nunca viu. Faça inverno ou verão pouco se abrem as janelas e portas, e raras visitas só de alguns abençoados que também devem conhecer o tal de Senhor. Possuem da vida uma visão diminuta, mal enxergam a ponta do próprio nariz. São como morcegos vivendo na escuridão, respirando um ar viciado, com medo da vida, não querendo conviver com os seres de diferentes tipos de fé. São isso sim adeptos do coitadismo explícito. Para eles os vizinhos não existem, Não há cumprimentos que a boa educação confere, existe sim fuga, luzes apagadas e silêncio, salvo se o visitante de momento trouxer nas mãos alguma doação. Os moradores da CASA ESCURA são os primeiros morcegos cristãos que conheço.

Desespero

DESESPERO

Na noite do desespero
A escuridão está só
Não há lua
Não há estrelas
Apenas existe a dor
Que como ondas em mar bravio
Ressurge sempre mais forte para afogar de vez o coração.

Maninhos

“Nasci em 1958. Eu tinha quatro anos quando me disseram que eu fora apanhado num banhado para vir ao mundo. Depois disso sempre olhei para os sapos como meus irmãos.” (Mim)