quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Chávez agora é Chefe do Departamento de Medicina do Inferno. Está esperando pelo Raul e Fidel. Quer apresentá-los a tal medicina de primeira

“O regime comunista consegue o ápice da felicidade coletiva quando o último dos seus líderes é enterrado. E bem fundo!” (Mim)

Ainda não encontrei um comunista que queira doar seus bens para os menos favorecidos. Estou na fila. Quem sabe Tarso Genro e Zé Dirceu serão os primeiros?

Dora Kramer- Demolição de valores

O Estado de São Paulo


Mantido o rumo pelo qual enveredou a campanha à Presidência da República o que se pode esperar dos próximos 18 dias até o primeiro turno e depois mais 20 antes da etapa final não é um clima emocionante típico das eleições bem disputadas, como pareceu quando Marina Silva entrou na competição.
Disputas pressupõem confrontações de argumentos, embates travados mediante a observância de determinadas regras. Pois o que temos no cenário desde que o governo decidiu mandar às favas os escrúpulos e fazer o diabo para tentar vencer as eleições não guarda a menor relação com troca de argumentos e muito menos com obediência a qualquer tipo de regra.
Por ora há uma perplexidade. Um pouco pela falta de cerimônia no uso de mentiras tão deslavadamente mentirosas, um pouco pelo fato de ainda haver um contingente disposto a acreditar nelas.
Daqui a pouco poderá haver um cansaço com a atuação de uma gente que mente e reiteradamente se desmente sem a preocupação de preservar a própria biografia ou respeitar a liturgia do cargo.
Além de candidata, Dilma Rousseff é presidente da República. Ao mesmo tempo em que ter certas prerrogativas que lhe dão vantagens inerentes ao posto, tem deveres decorrentes da função que a diferenciam dos demais concorrentes.
O grau irrepreensível "no que se refere" à compostura é um deles. O comedimento, a austeridade sempre invocada como uma de suas qualidades não autoriza sua chancela no uso de mentiras. Muito menos que se faça pessoalmente porta-voz delas. Embora não condiga com seu discurso de correção é o que vem fazendo.
A presidente está dizendo ao povo que governa que os adversários vão acabar com esse ou aquele benefício social, que vão tirar verbas da saúde e da educação, que empresários e banqueiros se regozijam com a fome do brasileiro, que o governo do PT combate como ninguém a corrupção.
Ainda que os adversários quisessem mesmo acabar com os benefícios, vender a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, reduzir os investimentos em saúde e educação. De onde a presidente tirou isso se nunca disseram nada parecido? Da cabeça de seus conselheiros que a mandaram repetir tudo isso.
E o combate à corrupção? Tema evitado a todo custo pelo governo. Se fosse tão espetacular como se diz agora no horário eleitoral, o assunto já estaria muito antes entre os "grandes feitos" e não deixado para ser incluído quando começa a se fechar o cerco a respeito dos esquemas na Petrobrás.
Isso dito quando se viram tantos escândalos serem abafados. Sem contar o fato de a antiga cúpula do partido estar quase toda na cadeia por força de um julgamento tido pelo PT como produto de um "tribunal de exceção".
Nessa nova fase até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que andava meio arisco se animou a aparecer exercendo seu conhecido dom de iludir - quem quer ser iludido, bem entendido. No ato público desta segunda-feira, no Rio, onde se pretendia "abraçar" a Petrobrás, mas que o público presente não foi suficiente para um aperto de mão, Lula voltou a atacar o financiamento privado de campanhas. Disse que deveria ser crime inafiançável.
No mesmo dia circulava um e-mail do PT a empresários apresentando, em nome de Dilma, "a oportunidade de contribuir financeiramente para a campanha da reeleição da presidenta da República", no que a correspondência qualificava como uma "ação empresarial cidadã".
É de se imaginar que o governo queime pontes confiando que, reeleito, poderá reconstruí-las pelo poder que a vitória tem de curar feridas. Agora pensa exclusivamente nas eleições. Por dever de responsabilidade conviria pensar que além de uma eleição há um País a ser governado e que não merece assistir a tão completa e definitiva escalada de demolição de valores.

CORREIO DOS ORELHUDOS- Britânica está presa no Irã por ter assistido a jogo de vôlei

A família de uma britânica denunciou nesta quinta-feira a prisão arbitrária de Ghoncheh Ghavami, uma mulher que também tem cidadania iraniana e que está há oitenta dias detida no Irã sem que nenhuma acusação fosse formalizada contra ela. Ao jornal Daily Telegraph, o irmão de Ghoncheh, Iman, afirmou que ela foi levada sob custódia depois de assistir a uma partida de vôlei masculino, em 20 de junho. Liberada em um primeiro momento, ela voltou à delegacia para recuperar os seus pertences, mas passou a ser interrogada pelos guardas que notaram o seu passaporte britânico. Desde então, a mulher está na prisão de Evin, reservada para prisioneiros políticos e jornalistas, sem saber quando será liberada pelas autoridades locais.

Pnad aponta que há três anos país não reduz desigualdade. Pergunto: Reduzir como com tantos gatunos?

O Pinóquio de Garanhuns dá os seus últimos suspiros políticos. Vai pra cova em outubro, levando Dilma e toda a tribo dos Mãos Grandes.