terça-feira, 13 de outubro de 2020
ARGENTINA
Argentina:
Internet estatizada, bens privados confiscados, sem circulação de dólar e censura nas redes. Cartilha seguida a risca. Não tem como dar errado: comunismo implantado com sucesso. Daqui a meses, os argentinos verão seus supermercados vazios e seus filhos comendo ração.Valéria Scher- Twitter
Pedro Pedreira e o sermão na montanha
Pedro Pedreira e o sermão na montanha
Pedro Pedreira e o Sermão da Montanha
Então diz o padre: Jesus fez o sermão no alto da montanha para milhares de cristãos.
Pedro Pedreira retruca:
-Tem alguma testemunha que esteve lá? Tem?
-Não.
-Tem vídeo no You Tube? Tem?
-Não.
-Tem áudio da gravado num celular do papo do santo? Tem?
-Não.
Não tem nada disso? Então esse sermão vale tanto quanto as palestras do Lula. Não há testemunhas, sem vídeo no You Tube, sem áudio, nada.
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
PODER SEM PUDOR- LINGUAGEM DE CANGAÇO
Certa vez baixou o espírito de Lampião em Inocêncio Oliveira, sertanejo de Serra Talhada (PE), como o célebre cangaceiro. Então primeiro vice-presidente da Câmara, adorava aparecer na TV Câmara presidindo sessões sem grande interesse. Um dia ele chegou no plenário quando a sessão era presidida por João Caldas, 4º secretário, que ficou enrolando e não lhe passou o lugar. Inocêncio nem se intimidou com as câmeras da TV: “Ou você sai daí agora ou vai sair debaixo de porrada!” Alagoano de Ibateguara, Caldas não leva desaforo para casa e encarou Inocêncio. A turma do “deixa disso” entrou em ação, levando Inocêncio para tomar chá de maracujá, enquanto outros tentavam convencer Caldas a ceder cadeira da presidência.
DIÁRIO DO PODER
CARTÕES CORPORATIVOS
- O pagador de impostos bancou R$23,2 MILHÕES em gastos dos cartões corporativos do governo federal, este ano.
- O valor representa só 28% do recorde estabelecido por Lula, em 2010, que torrou R$80 MILHÕES / Diário do Poder
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“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
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“Vó, a senhora já ouviu falar em algoritmo?” “Aldo Ritmo? Tive um vizinho que se chamado Aldo, mas o sobrenome era outro.”