sábado, 9 de maio de 2020

PODER SEM PUDOR

Democracia garantida
Nos anos 40, apesar do fim da ditadura Vargas, o poder político era definido segundo a vontade dos “coronéis”, no interior. Era o caso de São Caetano, no agreste pernambucano. Lá, mandava o “coronel” João Guilherme. Na primeira eleição após o Estado Novo, ele destacou capangas para o trabalho, digamos assim, de “boca de urna”: ficavam nas proximidades dos locais de votação perguntando aos eleitores se eles votariam no candidato do coronel. Se a resposta fosse “não”, os eleitores ouviam a “sugestão”:
- Acho melhor o senhor não votar, não. É para não atrapalhar a democracia.
CH

Por fora

- O senhor por acaso é Testemunha de Jeová?
- Não sou testemunha de nada. Além do mais nunca ouvi falar desse tal Jeová.

PODER SEM PUDOR

Souza Dantas, o breve

O jornalista Raimundo de Souza Dantas era um discreto funcionário do Ministério da Fazenda, no Rio, e tinha algo que o diferenciava dos colegas: era amigo do presidente Jânio Quadros. Sonhava com a diplomacia. Jânio o nomeou embaixador em Gana (África), mas, três meses depois, renunciaria ao mandato, devolvendo Souza Dantas a sua salinha na antiga repartição. Do contínuo ao chefe, os cruéis colegas não paravam de ironizar:
- Bom dia, embaixador!
- Já bateu o ponto, embaixador?
CH

"O gerente do banco quando lhe empresta dinheiro é o Tom Cruise. Quando você atrasa prestações ele se transforma no Fred Krugger."


"Pregadores malucos não faltam. E andam por aí semeando insanidades em campos ingênuos."


Nenhum homem é rejeitado pelo simples fato de ser feio. Coloquem R$ 10 milhões na minha conta e verão minha beleza interior conquistar centenas.(Climério)


"Notícias irrelevantes dominam os jornais, enchendo de felicidade a vidinha dos vazios."