segunda-feira, 11 de novembro de 2019
POLUIÇÃO AUDITIVA
“ Parece que nos automóveis ninguém mais deseja ouvir música sozinho. Desejam espalhar para o mundo a bosta que ouvem.”
PIXULECO
O Pixuleco ajudou a derrubar Evo Morales. Trata-se de uma arma de destruição em massa de ditadores, diz Carla Zambelli.
O boneco da foto representa Evo Morales, deposto ontem na Bolívia.
O Pixuleco é uma invenção da deputada paulsita Carla Zambelli e foi criado para mobilizar os cidadãos nas campanhas de rua contra Lula e o PT.
Como se percebe pela foto, os cidadãos bolivianos usaram a mesma ideia do Pixuleco para depor Evo Morales.
Como Lula, Morales pode resultar preso, isto no caso de não fugir para o México.
Na Argentina, o Pixuleco também foi empregado, mas sem resultado.
No Brasil, movimentos sociais já se mobilizam para formatar Pixulecos com os rostos de Dias Toffoli, Lewandoski, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Marco Aurélio e Celso de Melo, os ministros do STF que empreendem campanha aberta de destruição da Lava Jato e defensores do bandido Lula da Silva.
O Pixuleco é uma invenção da deputada paulsita Carla Zambelli e foi criado para mobilizar os cidadãos nas campanhas de rua contra Lula e o PT.
Como se percebe pela foto, os cidadãos bolivianos usaram a mesma ideia do Pixuleco para depor Evo Morales.
Como Lula, Morales pode resultar preso, isto no caso de não fugir para o México.
Na Argentina, o Pixuleco também foi empregado, mas sem resultado.
No Brasil, movimentos sociais já se mobilizam para formatar Pixulecos com os rostos de Dias Toffoli, Lewandoski, Gilmar Mendes, Rosa Weber, Marco Aurélio e Celso de Melo, os ministros do STF que empreendem campanha aberta de destruição da Lava Jato e defensores do bandido Lula da Silva.
PB
POLÍTICA ESPANHOLA
Socialistas vencem na Espanha, mas ficam de novo sem maioria para governar
O resultado eleitoral ameaça o prolongamento do crônico bloqueio que atinge a política espanhola desde 2015, quando o surgimento do Podemos e do Cidadãos pôs fim ao tradicional bipartidarismo PSOE/PP. Desde então, houve quatro eleições legislativas, governos fracos. A eleição desse domingo se deveu ao fracasso do PSOE e do Podemos de fechar um governo de coalizão.
O atual primeiro-ministro e líder socialista espanhol Pedro Sánchez ganhou sem maioria absoluta as eleições legislativas deste domingo na Espanha. A extrema-direita do Vox tornou-se a terceira força do parlamento, que deve permanecer bloqueado. O Vox, extrema-direita, teve o maior crescimento, capitalizado pela crise da Catalunha, somando 52 assentos, mais do que o dobro em comparação aos 24 conquistados em abril.
Com cerca de 64% dos votos contados, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) de Sánchez é o vencedor com 124 cadeiras das 350 da Câmara Baixa, uma a mais do que o conquistado nas eleições de 28 de abril, quando também teve maioria absoluta. O conservador Partido Popular (PP) também ganhou espaço, passando de 66 assentos para 83, enquanto o Cidadãos, partido de centro-direita liberal, foi pulverizado, caindo de 57 deputados para somente 10. A esquerda radical do Podemos ficou com 35 deputados e sua cisão Mais País entra na Câmara com 3 cadeiras.
POLÍBIO BRAGA
VOTO IMPRESSO
Opinião do editor - O editor é francamente favorável ao retorno do voto impresso
O presidente Jair Bolsonaro disse ontem a noite que somente o voto impresso permitiu constatar a fraude eleitoral na Bolívia.
O que é verdade.
Ele propõe o retorno do voto impresso no Brasil.
O editor considera que o voto eletrônico é um desserviço que a Justiça Eleitoral presta aos eleitores do Brasil, permitindo a ocorrência de fraudes e a impossibilidade de auditoria confiável, por mais que isto seja negado. O editor é da área de TI e sabe muito bem que a fraude na área pode ocorrer sem que seja identificada.
Nas eleições durante as quais Dilma e Aécio confrontaram-se, as desconfianças sobre fraude nunca foram desfeitas. Na época, o TSE era presidido por Dias Tolffoli, até pouco antes advogado do PT e auxiliar de Zé Dirceu na casa Civil, o que por si só já era motivo de grossa desconfiança.
O que é verdade.
Ele propõe o retorno do voto impresso no Brasil.
O editor considera que o voto eletrônico é um desserviço que a Justiça Eleitoral presta aos eleitores do Brasil, permitindo a ocorrência de fraudes e a impossibilidade de auditoria confiável, por mais que isto seja negado. O editor é da área de TI e sabe muito bem que a fraude na área pode ocorrer sem que seja identificada.
Nas eleições durante as quais Dilma e Aécio confrontaram-se, as desconfianças sobre fraude nunca foram desfeitas. Na época, o TSE era presidido por Dias Tolffoli, até pouco antes advogado do PT e auxiliar de Zé Dirceu na casa Civil, o que por si só já era motivo de grossa desconfiança.
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