sábado, 4 de maio de 2019

“Quem vê cara não vê coração. É, mas às vezes vê bunda. ” (Mim)


“Um milhão de amigos? Vai sonhar assim no inferno! ” (Mim)


“A última vez que vi Deus ele estava escondido dentro do Valdemiro Santiago. ” (Mim)


“As minhas virtudes consigo contar nos dedos. Já os defeitos dependem do Excel. ” (Mim)


Ministro Gromyko (URSS) ao presidente Carter (EUA):



Ministro Gromyko (URSS) ao presidente Carter (EUA):

- Para os próximos anos gostaríamos de comprar de vocês grande quantidade de cereais.

- Mas é claro!

- Também gostaríamos de adquirir um lote de computadores modernos.

- Certamente!

- E o que o Sr. acha de nos vender uma série de patentes tecnológicas?

- E por que não?

- Sr. presidente, gostaríamos também que todos estes negócios sejam reunidos num único contrato.

- Perfeitamente! Vamos assinar um acordo, pelo qual os EUA obrigam-se a construir o comunismo na URSS!

SOBRE O DESENCARNE DO PERFEITO AVARENTO

Há muitos anos uma carta anônima recebida pelo Promotor Público Roberval Sintra levantou suspeita de envenenamento na morte do senhor Demóstenes Sotero, fazendeiro mais conhecido na sua cidade como o “perfeito avarento”. Homem de muitas posses, sua viagem sem retorno seria interessante para muitos parentes, mas não foi. Esperavam pela herança que não veio. Fez doação de todos os seus bens para suas amantes. Aos parentes, nada. O juiz Carlos Raul então determinou que o corpo fosse desenterrado para nova perícia. Cidade pequena, grande assunto. O povo, sempre curioso, invadiu o cemitério. Até parecia quermesse paroquial.  Não faltaram vendedores de garapa, picolé e milho verde; moças de vestidos novos e lábios vermelhos. Quando foi aberto o caixão, surpresa para todos: O corpo estava deitado de lado, a língua de fora, como se estivesse assim para molhar os dedos e contar dinheiro. Em suas mãos havia milhares de reais em notas mofadas e puídas. Moedas de ouro pularam dos bolsos quando mexeram com ele. Alguns parentes, espichando os olhos, contavam com tristeza a pequena fortuna que poderia ser deles. Alguns até choraram. Porém nada foi constatado e o assunto foi encerrado. Passado alguns anos, os parentes em suas conversas reservadas lembram ainda com saudade doída daquelas notas, daquelas moedas...



O QUE É O ESTUDO

Cléber ordenhava vacas, elas não gostavam, pois ele tinha mãos ásperas. Quando ele chegava perto elas ficavam inquietas. Suas mãos duras machucavam os mamilos das amigas. O patrão observou a situação e então comprou luvas para ele e o problema foi resolvido.
Cléber também tinha seguidamente arranhados no pênis. Nunca mais os teve. Olhava para a caixa de luvas sobre o armário e dizia para si: “Veja só o que é o estudo. ”