segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

ASSIM DEVE SER

TRF4: manifestantes que bloquearam rodovia federal são condenados criminalmente

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou esta semana a condenação de cinco homens por impedir e dificultar o funcionamento do transporte público coletivo durante protesto na rodovia federal BR 277, Km 110, na altura do município de Campo Largo (PR), região metropolitana de Curitiba, em novembro de 2012.

Os réus teriam incitado populares que protestavam pacificamente nas margens da estrada a bloquearem a via por cerca de 15 minutos, causando um congestionamento generalizado e um engavetamento entre cinco veículos. Dos cinco réus, três foram condenados também pelo crime de resistência por terem se oposto com violência contra a ordem judicial de deixar a rodovia, sendo que um deles também foi penalizado por lesão corporal leve contra policial rodoviário federal que tentava cumprir a ordem de desocupação. Eles recorreram ao tribunal após a condenação criminal pela 14ª Vara Federal de Curitiba, em dezembro de 2017. Na apelação, alegaram que estavam exercendo seu direito de manifestação, sem intenção de obstar o tráfego.

O relator do caso, desembargador federal Leandro Paulsen, afirmou em seu voto que os fatos ocorridos foram plenamente comprovados na ação penal. As penas variam de 1 ano a 1 ano e 8 meses de reclusão e foram substituídas por prestação de serviços comunitários. Os réus também terão que pagar prestação pecuniária.

Do blog Políbio Braga

“ Meu querido velho, irei te amar de janeiro a janeiro até o mundo acabar ou o meu cartão de crédito ser bloqueado. ” (Eulália)


“ Há muito meu marido não sabe o que é sexo. Quando ouve esta palavra ele vai ao dicionário. ” (Eulália)


“Com o passar do tempo tudo muda. Já fui a rainha da bunda quente, hoje carrego neve nas nádegas. ” (Eulália)


“Não sou muita estimada na sociedade porque me casei por dinheiro. Só eu? “ (Eulália)


“Sempre fui uma mulher de poucas virtudes e de muitos assanhamentos. ” (Eulália)


“O tempo é senhor da razão e das minhas estrias. ” (Eulália)