O apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro ganhou reforço de 35 deputados. É o que garantiu o novo líder do PSD, André de Paula (PE): “Há uma grande disposição da bancada de ajudar o governo”, cravou.
A Vale tem 175 barragens no Brasil, segundo a Agência Nacional de Águas. São 175 razões para o País temer novos rompimentos, morte de pessoas, destruição do meio ambiente. E ninguém é preso.
As cinco barragens da empresa Usinas Reunidas Seresta, que foi do falecido senador Teotônio Vilela, estão entre as 45 em que há grande risco de rompimento, segundo a Agencia Nacional de Águas.
Jair Bolsonaro recebeu ontem o senador Fernando Collor (Pros-AL), que foi relatar uma tragédia que ameaça 40 mil pessoas em Alagoas: longas e largas rachaduras mostram que o bairro do Pinheiro está afundando. A suspeita é que isso é provocado pela extração de sal-gema pela Braskem, braço químico, só podia ser, da Odebrecht.
Esta por trás da tragédia de Brumadinho, com os ao menos 50 mortos, o rompimento da barragem de Mariana (MG) em 2015, maior crime ambiental de sempre, que matou 19 e destruiu a região do Rio Doce. Para tantos crimes, não há uma só prisão. A Samarco, de propriedade da Vale e da gigante anglo-australiana BHP, só sabe somar a ninharia de R$4 bilhões pagos em indenizações ou reparações. Saiu barato: estimam-se em mais de R$30 bilhões os prejuízos causados.
Cláudio Humberto
“O melhor de qualquer regime socialista
acontece quando ele termina. Quem provou do veneno quando ele acaba faz festa. ”
(Eriatlov)