domingo, 11 de junho de 2017

O DIVINO IMPERADOR

O Divino Imperador, cheio de pompa e cercado por duas centenas de guardas caminhava pela Avenida Imperial próximo do povo. Nas esquinas e praças, estátuas e fotos do ungido celestial. Sorria e acenava para seus súditos, adornado de diamantes e ouro; era adorado como um deus, todos se curvavam diante da sua presença. Naquele dia quando pisou nos primeiros degraus que o levariam ao palácio real o inusitado aconteceu: o Divino Imperador soltou gases e não foi só isso: cagou-se todo! No meio da multidão um republicano não se conteve e gritou: “Divino que nada! Cagou-se! Humano, demasiado humano!” Foi enforcado.
“Não que seja impossível. Mas é muito difícil ser feliz só comendo pão seco.” (Pócrates)
“Os vagabundos se aproximam da mesa só depois da galinha morta.” (Pócrates, o filósofo dos pés sujos)
“A esquerda não muda. Está sempre atrás de um bode para colocar na sala.” (Pócrates)
 “Se o riso não paga contas pelo menos ameniza as marcas do tempo no rosto dos devedores.” (Pócrates)
“Após a noitada estou tentando encontrar o meu lugar. O certo   é que perdi a chave de casa e o rumo.” (Pócrates)


MITO HIPÓCRITA

”Deus mito é um hipócrita. Seus discípulos falam em humildade, mas ele quer que falemos com ele de joelhos.” (Pócrates)