sábado, 20 de maio de 2017

“Estou uma mulher mais feia do que eu. Ao acordarmos não sei quem se assusta mais.” (Assombração)
“Lá em casa não temos o bom, o mau e o feio. Só o feio.” (Assombração)
“Quando eu nasci a minha avó beata queria me exorcizar com solvente. Fui salvo por uma vizinha ateia.” (Assombração)
“Feio serei até morrer. Mas quero ver se escapo da pecha de burro.” (Assombração)

ESTÁ DE MATAR

Ter uma horinhas de sossego, pois a política está de matar. E luz que é bom no fim do túnel, só de velas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

TEMER IA RENUNCIAR, MAS FOI CONVENCIDO POR PADILHA E MOREIRA A CAIR NO RIDÍCULO por Carlos Newton, na Tribuna da Internet. Artigo publicado em 19.05.2017



Quando o colunista Ricardo Noblat anunciou na tarde desta quinta-feira que o presidente Michel Temer ia renunciar, sabia exatamente o que estava dizendo. É amigo íntimo do chefe do governo, um dos poucos que ligam para Temer e ele atende ou dá retorno, da mesma forma como faz com outro jornalista de O Globo, Jorge Bastos Moreno.

Quem deu esta informação exclusiva a Noblat foi o próprio Temer, que estava em débito com o jornalista desde que o levou a um erro brutal no caso da nomeação de Alexandre de Moraes para o Supremo… Justamente por isso, Noblat tinha certeza absoluta de que, desta vez, Temer não iria recuar sem avisá-lo previamente. Portanto, foi com total convicção que o jornalista anunciou que o presidente ia renunciar e comunicaria esta decisão em cadeia nacional. Mas aconteceu exatamente o contrário.

Em tradução simultânea, Temer queria mesmo renunciar. Mas não contava com a pressão que seria exercida pelos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretária-Geral), com apoio de toda a entourage do Planalto. Noblat estava certo. O presidente ia abandonar o cargo, mas o inesperado fez uma surpresa, como diria o compositor Johnny Alf.

No desespero pela possibilidade de perderem o foro privilegiado, Padilha e Moreira fizeram uma pressão absurda sobre o presidente. Argumentaram que Temer lutara muito para manter o PMDB unido depois da morte de Ulysses Guimarães; após anos de esforços, conseguira levar o partido ao poder; estava fazendo um governo de recuperação nacional destinado a ficar na História; os primeiros resultados já começam a aparecer; o Brasil precisa que Temer leve sua obra até o final, etc. e tal. (Leia integralmente texto, aqui: http://www.tribunadainternet.com.br/)

JBS pagou R$ 7 milhões por cada cabeça de senador disposto a apoiar Dilma Roussef. Propina foi pedida pelo PT.

JBS pagou R$ 7 milhões por cada cabeça de senador disposto a apoiar Dilma Roussef. Propina foi pedida pelo PT.

A pedido de Guido Mantega, então ministro da Fazenda, o diretor do frigorífico JBS Ricardo Saud, pagou R$ 35 milhões em propina a cinco atuais e ex-senadores do PMDB para garantir o apoio de todo o partido à reeleição de Dilma Rousseff nas eleições de 2014. Segundo Saud, o dinheiro saiu de uma cota de R$ 300 milhões que a JBS havia disponibilizado ao PT para serem gastos na campanha de 2014.

De acordo com Saud, que assinou acordo de delação premiada, receberam o dinheiro os senadores Eduardo Braga (AM), Jader Barbalho (PA), Eunício Oliveira (CE, presidente do Senado), Renan Calheiros (AL), além do ex-senador Vital do Rego, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

Ele afirmou que, desse valor, R$ 1 milhão deveria ser destinado à senadora Katia Abreu (PMDB-TO), mas ela não teria recebido o dinheiro. “Esse R$ 1 milhão a Katia nunca recebeu, ficou tudo pra eles [outros senadores] lá”, disse.

O delator disse ainda que o pedido de pagamento foi feito pelo ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, a Joesley Batista, um dos donos da JBS, que estão transmitiu a ordem a ele.

Do blog Políbio Braga