quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

TEMEI

Líquido temerário saboroso
Que absorve quem não o teme,
Destruindo a vontade
De viver, senão para ele.
Faz do cérebro um visionário
De geniais soluções momentâneas,
Destruindo a cada dia
A vida familiar,
A vida profissional,
Os sonhos do porvir,
Transformando a realidade
Num imenso mar de desculpas.

SEM CHORO

“O eleitor brasileiro se quiser em 2018 eleger o capeta que o faça, não posso fazer nada. Mas depois do fato consumado não venha pedir refresco quando seu rabo estiver na brasa.” (Pócrates)

AULA DE DIREITO por Autor desconhecido. Artigo publicado em 19.02.2017

Primeiro dia de aula, o professor  entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson ficou desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada.
- Agora sim, vamos começar! Para que servem as leis? - Perguntou o professor.
Os alunos ainda estavam assustados, porém, pouco a pouco, começaram a responder sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não! Será que ninguém sabe responder esta pergunta?
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguiam respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferenciar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está errado. Porém, respondam esta outra pergunta: Agi corretamente ao expulsar o Nelson da sala de aula?
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se, então, que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
E continuou:
- Eu vou buscar o Nelson. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período!

Do blog do Percival Puggina

DO BAÚ DO JANER CRISTALDO- segunda-feira, julho 31, 2006 REMEMBER ALTALENA

Que Israel tem necessidade de extirpar o Hizbollah de suas fronteiras, disto só os insensatos discordam. Que o bombardeio da cidade libanesa de Qana, com 28 vítimas civis - entre elas 19 crianças - foi uma insensatez, disto só os fanáticos defensores de Israel discordam. Os judeus já estão intuindo que pagarão um alto preço no mundo todo por este ataque insano.

Quem se espanta com a determinação de Israel nunca deve ter ouvido falar do Altalena. O episódio ocorreu nos albores do Estado hebraico, em junho de 1948, e judeu algum gosta de relembrá-lo. O Altalena era um cargueiro que trouxe da Tchecoslováquia um carregamento de armas, por encomenda do Irgun, grupo armado judeu separado do Haganá. As armas seriam desembarcadas clandestinamente nas costas de Israel.

Quando o Altalena chegou, Yitzhak Rabin, obedecendo ordens do governo, comandou um grupo que explodiu o navio, matando mais de 100 judeus.

CIUMENTA

A minha mulher anda por demais ciumenta. Não quer nem que leve o lixo sem camisa. Acha que as vizinhas ficam na janela admirando meus 112 quilos de esbelteza, meu dorso e meus bíceps de levantador de copo de chope. Além é claro meu tanquinho de lavanderia de hotel. (Climério)

COMUNAS DA SAVANA

“Não gostamos de hienas. Elas gostam de se apoderar do trabalho dos outros. As comunistas da savana são as próprias.” (Leão Bob)

PARA COMER FRANCESES

“Minha mãe diz que não devemos comer franceses sem antes lavá-los bem.” (Leão Bob)