sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Marcelo Odebrecht delata Dilma Roussef: "Ela não roubou para si, mas sabia de toda a roubalheira"
Marcelo Odebrecht delata Dilma Roussef: "Ela não roubou para si, mas sabia de toda a roubalheira"
Só isto já é grave crime de acobertamento de quadrilha.Se não quis vantagem pessoal, é outra coisa. Marcelo Odebrecht confirma o que outros delatores já falaram, como mostra a capa da Veja ao lado.
A jornalista Sonia Racy revela hoje no jornal O Estado de S. Paulo que no Acordo de Leniência assinado ontem, Marcelo Odebrecht, em sua delação premiada, livrou Dilma de crime mais grave ao declarar que a ex-presidente nunca pediu recursos para ela mesma.
Entretanto, Marcelo foi claro ao afirmar que ela tinha, sim, conhecimento de todo o esquema da Petrobrás.
E não fez nada para coibir, mas acobertou tudo, beneficiando-se política e eleitoralmente da roubalheira.
Noutro tópico, escreveu a jornalista:
Dilma & Odebrecht 2
Assim, na avaliação de jurista conhecido, Dilma teria cometido prevaricação – e por isso poderia ser punida mesmo agora, como cidadã comum. Como presidente, poderia estar submetida ao art. 85 da Constituição – que, em seu inciso V, considera crime de responsabilidade “a improbidade na administração”. Que, na prática, é uma das definições da prevaricação.
Políbio Braga
Mercosul expulsa a Venezuela
Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai enviaram uma "comunicação" à Venezuela indicando que os direitos do país no Mercosul "estão suspensos". A informação foi dada nesta quinta-feira por uma fonte do governo brasileiro.
Os quatro Países são os fundadores do Mercosul.
A decisão está ligada ao vencimento do último prazo acordado em setembro para que Caracas cumprisse com suas obrigações de adesão ao Mercosul.
A Venezuela incorporou-se como sócio pleno do Mercosul em junho de 2012, em decisão tomada pelos então presidentes do Brasil, Dilma Rousseff; da Argentina, Cristina Kirchner; e do Uruguai, José Mujica, que previamente suspenderam o Paraguai, cujo Congresso não ratificou o protocolo de adesão deste país.
Os quatro Países são os fundadores do Mercosul.
A decisão está ligada ao vencimento do último prazo acordado em setembro para que Caracas cumprisse com suas obrigações de adesão ao Mercosul.
A Venezuela incorporou-se como sócio pleno do Mercosul em junho de 2012, em decisão tomada pelos então presidentes do Brasil, Dilma Rousseff; da Argentina, Cristina Kirchner; e do Uruguai, José Mujica, que previamente suspenderam o Paraguai, cujo Congresso não ratificou o protocolo de adesão deste país.
Políbio Braga
POLÍTICA- RS- Opinião do editor - Era o que eu já tinha prevenido sobre Marchezan Júnior
O voto abjeto do prefeito eleito Marchezan Júnior à Lei do Impedimento, somando-se aos votos das totalidades das bancadas gaúchas do PT e do PCdoB, apenas confirma o que o editor colocou durante toda a campanha eleitoral.
O editor conhece de perto a trajetória profissional, pessoal e política do deputado do PSDB e foi por isto que adotou a posição que adotou.
Não é somente o caso da feroz oposição interna que moveu contra a governadora do seu Partido, Yeda Crusius, abandonada nos piores momentos do seu mandato. Aliás, as contribuições financeiras à sua campanha eleitoral, tudo por parte do maior inimigo de Yeda na época, seu vice Paulo Feijó, fala mais alto e de modo mais expressivo.
A atitude que o tucano gaúcho tomou na quarta-feira contra juízes e procuradores, favorecendo os bandidos do PT que estão dentro e fora da cadeia, é coerente com seu perfil autoritário, revelado de modo escrachante na brutal intervenção que fez no diretório estadual do PSDB, cumprindo a tarefa que lhe passou o senador Aécio Neves, um dos autores do requerimento de pedido de urgência urgentíssima para a votação da Lei do Impedimento, embora hora soterrado por 44 dos 55 senadores.
Estava tudo escrito antecipadamente nos anais da própria campanha eleitoral do tucano, recheada de episódios grotescos e brutais, como foram os casos da encenada denúncia do atentado contra a sede do seu comitê central e o bullyng que levou ao suicídio de Plínio Zalewski, PMDB.
Quebrou o encantamento dos eleitores de Marchezan Júnior.
Mais virá durante seu mandato na prefeitura, onde seu viés autoritário e errático ficará ainda mais claro, como pode atestar qualquer dos mais de 100 assessores que nomeou e demitiu durante seu mandato como deputado. Marchezan Júnior foi o deputado que mais alto turn over produziu na Câmara.
Quem viver, verá mais.
O editor conhece de perto a trajetória profissional, pessoal e política do deputado do PSDB e foi por isto que adotou a posição que adotou.
Não é somente o caso da feroz oposição interna que moveu contra a governadora do seu Partido, Yeda Crusius, abandonada nos piores momentos do seu mandato. Aliás, as contribuições financeiras à sua campanha eleitoral, tudo por parte do maior inimigo de Yeda na época, seu vice Paulo Feijó, fala mais alto e de modo mais expressivo.
A atitude que o tucano gaúcho tomou na quarta-feira contra juízes e procuradores, favorecendo os bandidos do PT que estão dentro e fora da cadeia, é coerente com seu perfil autoritário, revelado de modo escrachante na brutal intervenção que fez no diretório estadual do PSDB, cumprindo a tarefa que lhe passou o senador Aécio Neves, um dos autores do requerimento de pedido de urgência urgentíssima para a votação da Lei do Impedimento, embora hora soterrado por 44 dos 55 senadores.
Estava tudo escrito antecipadamente nos anais da própria campanha eleitoral do tucano, recheada de episódios grotescos e brutais, como foram os casos da encenada denúncia do atentado contra a sede do seu comitê central e o bullyng que levou ao suicídio de Plínio Zalewski, PMDB.
Quebrou o encantamento dos eleitores de Marchezan Júnior.
Mais virá durante seu mandato na prefeitura, onde seu viés autoritário e errático ficará ainda mais claro, como pode atestar qualquer dos mais de 100 assessores que nomeou e demitiu durante seu mandato como deputado. Marchezan Júnior foi o deputado que mais alto turn over produziu na Câmara.
Quem viver, verá mais.
Políbio Braga
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