quarta-feira, 2 de novembro de 2016

EULALIANAS

“Algumas mulheres fazem sexo com seus velhos e ricos maridos pensando: não será pela última vez?” (Eulália)

 “Com o passar do tempo tudo muda. Já fui a rainha da bunda quente, hoje sou a rainha da bunda gelada.” (Eulália) 

“A eternidade não me interessa, o que adoro é pecar.” (Eulália) 

“Meu marido é tão velho que o saco dele ainda se mantém intacto pelo formol.” (Eulália) 

“Há muito meu marido não sabe o que é sexo. Quando ouve essa palavra ele vai ao dicionário.” (Eulália) 

“Meu velho marido está caindo aos pedaços, mas as verdinhas dele continuam muitas e novinhas.” (Eulália, a madame puta que confessa que não se casou por amor) 

“Casei-me por dinheiro e a medicina não me deixa ser feliz. Acho que o velho irá viver mais que Fidel Castro.” (Eulália)

CLIMERIANAS

“Para ter amante não me falta coragem, porém sim dinheiro.” (Climério)

“Se pelo menos os nossos corruptos fossem iguais aos corruptos japoneses que quando pegos se matam.” (Climério)

“Sempre confiei demais. Só acreditei que tinha chifres quando derrubei uma rede elétrica.” (Climério) 

“Para dar elogios cobro uma pequena taxa. Já para falar mal de qualquer pessoa faço de graça.” (Climério)

O QUE SERÁ QUE PENSA UM CONDENADO NO CADAFALSO?

-Tomara que esta corda esteja podre.
-Será que o carrasco não ficou doente?
-Bem que eu poderia ter o pescoço de aço.
-Minha amante irá ao enterro?
-Não seria mau um terremoto agora.
-Este juiz é um filho da puta!

NÓS BESTAS

Gostaria de ver o histórico escolar desses alunos que ocupam escolas. Devem ser todos sábios, pois só eles sabem que temos uma educação e gastos públicos controlados como um verdadeiro país de primeiro mundo. Nós bestas é que não temos conhecimento disso!

“A insônia às vezes desaparece e não dá notícias. Voltou hoje, a desgraçada.” (Mim)

PENSAMENTOS PODRES

“Creio que todos possuem alguns pensamentos podres. Eu, por exemplo, se  o que penso fosse público a cadeia seria o meu destino. “ (Climério)

“O pior da insônia é que quando retorna, não se explica.” (Mim)